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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

[COPA AMÉRICA] Sorteio define os Grupos e Estados Unidos cai no 'grupo da morte'; Brasil tem vida 'tranquila'

Conmebol.com/Divulgação
Na noite de domingo (21), em New York, nos Estados Unidos, foram sorteados os grupos da edição especial da Copa América, que será realizada entre os dias 3 e 26 de junho, também em solo estadunidense. Chamada de Centenária, por comemorar os 100 anos da competição, o torneio terá quatro grupos e seleções das três Américas, a Central, do Norte e do Sul. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

[AMISTOSO] Em novo duelo de seleções olímpicas, Brasil goleia os Estados Unidos

Créditos: Fernando Torres/Paysandu
Na última quarta-feira (12), as seleções olímpicas do Brasil e Estados Unidos se enfrentaram em Recife. Na ocasião, deu vitória brasileira. Já na tarde de domingo (15), em Belém, no estádio Mangueirão, os canarinhos golearam os norte-americanos por 5-1 no último teste em 2015. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

No segundo compromisso na Copa, Brasil tem rendimento fraco e para no goleiro do México

Na tarde desta terça-feira (17), no Castelão, em Fortaleza, a Seleção Brasileira teve o segundo compromisso na Copa do Mundo, mas não conseguiu superar o goleiro mexicano Ochoa, e ficou no empate em 0-0, com o México, no confronto válido pelo Grupo A. Com isso, o Brasil perdeu a oportunidade de carimbar antecipadamente a vaga nas Oitavas de final. 

O destaque da partida ficou por conta de Ochoa, que fez ao menos quatro defesas importantíssimas, sendo duas de Neymar, que tentou de cabeça e um chute com a perna esquerda. 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A vitória do Brasil diante da Croácia foi importante e a tendência é que melhore nas próximas partidas

Mesmo com todos os problemas de organização, superfaturamento nas obras envolvendo a Copa, principalmente os estádios, mas a tarde de quinta-feira (12), foi sem dúvidas emocionante. A abertura do Mundial, aqui no Brasil, após 64 anos é um evento que ficará para história do país e na lembrança de todo o povo brasileiro. 

O jogo na Arena Corinthians, em São Paulo, desde a abertura dos portões já recebia um público animado, muitíssimo empolgado e disposto a ajudar a Seleção. Que de fato, precisou dessa força, e do talento de Oscar e Neymar, para construir a vitória por 3-1. 

Há quem fale da 'forcinha' do árbitro, mas não se esqueçam que o árbitro tem frações de segundos para decidir, sem contar que não foi um lance fácil. Pênalti não houve, porém foi erro e não roubo!
Antes de a bola rolar, o sangue nos olhos dos jogadores da Seleção Brasileira na entrada no campo e durante a execução do hino nacional foi arrepiante. A emoção e, principalmente a responsabilidade dos jogadores, que sabem o valor de disputar a Copa em casa e o peso que a camisa do Brasil tem contagiaram os torcedores ali presente. 

Com a Bola rolando, o primeiro tempo começou da maneira esperada: jogo nervoso. Completamente natural pelo contexto de ser uma estreia de Copa do Mundo e ser aqui no Brasil. Além, de enfrentar um adversário extremamente qualificado. 

A Croácia - que gosta de jogar com a bola nos pés - abdicou disso e como em um jogo de xadrez, adotou outra tática. Optou por se fechar no campo de defesa, com duas linhas de quatro bem compactas e esperando os momentos certos para buscar o contra-ataque. Sempre com jogadas objetivas. 

Já o Brasil caiu na armadilha inicial. A Seleção ficava trocando passes no campo de defesa entre os zagueiros e volantes, mas quando passava do meio de campo a marcação fechava e a criação era pouca. Com isso, na segunda descida perigosa dos croatas, Paulinho errou ao tentar dar um bote no meio de campo, Rakitic abriu o jogo para Olic, que cruzou na área e ninguém cortou. Por um azar, Marcelo desviou contra o próprio patrimônio. 

Foi um baque para Marcelo, para os demais jogadores e a torcida. Com 1 a 0, a Croácia teve o jogo nas mãos e poderia ter dado certo. Mas, por volta dos 30 minutos, Oscar e Neymar começaram a brilhar e passaram a cair mais pelo lado direito do campo. Naquele setor, a Seleção encontrava o caminho para chegar a vitória. 

Na reta final da primeira etapa, Neymar acertou um chute mascado, que foi rente 
à trave do goleiro Pletikosa, que não conseguiu evitar o gol. Esse tento antes do intervalo foi importante para dar confiança ao time e tirar um pouco da estabilidade que os croatas estavam tendo. Pois até então, eles tinham total controle daquilo que tinham que fazer.

No segundo tempo, a situação foi outra. Pois o Brasil se ajustou - já que no primeiro tempo dava muitos espaços na defesa - e a Croácia quis jogar mais com a bola. O jogo ficou equilibrado, porém o Brasil conseguia controlar a posse de bola e buscava mais alternativas para chegar a virada.


O grande erro dos jogadores de Felipão era abrir as jogadas e tentar cruzar a bola para Fred, que a todo instante estava com um ou dois marcadores. Muito por isso, o atacante pouco apareceu - e não era jogo para ele brilhar, tinha apenas que contribuir taticamente - e ainda 'cavou' um pênalti. 

O zagueiro croata puxou Fred, que aproveitou a 'malandragem brasileira' e deu um tom maior a cena. No calor da emoção e na rapidez do lance, o árbitro japonês assinalou a penalidade. Neymar por pouco não parou em Pletikosa, mas conseguiu colocar o Brasil na frente.

No momento da virada do Brasil, o panorama da partida era de igualdade. Com o gol, o Brasil gradativamente foi recuando e quando o relógio passou dos 30 minutos, a Seleção perdeu o meio de campo e a Croácia liderada por Rakitic e Modric foi com tudo para o ataque. 

Os croatas reclamaram de um gol anulado, após falta no goleiro Júlio César - novamente um lance duvidoso. No mais, em pelo menos duas ou três vezes o arqueiro brasileiro teve que fazer importantes defesas para assegurar a vitória. Em uma delas, a jogada seguiu e no contra-ataque, Oscar de bico - lembrando Romário e Ronaldo - encerrou a vitória na estreia. 

Neymar e Oscar pareciam que estavam jogando a terceira ou quarta Copa do Mundo. Ambos se sentiram muito a vontade dentro de campo e foram primordiais para o triunfo. 
A Seleção apresentou problemas, em especial na defesa, mas por tudo que representava o jogo, foi bem. Nota 7,5 para a atuação dos jogadores e a tendência é que melhore daqui para frente. 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Croácia: meio de campo caro, time sólido e que 'gosta' de complicar as estreias do Brasil

Atual seleção da Croácia
Nesta quinta-feira (12), começa a Copa do Mundo para o Brasil e para o seu adversário, a Croácia. A seleção europeia parece não está se incomodando com a pressão de enfrentar os donos da casa logo e esperam surpreender. 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Seleção Brasileira convocada e a 'surpresa' era imaginada

No fim da manhã desta quarta-feira, o técnico Luiz Felipe Scolari convocou os 23 jogadores que irão buscar o hexacampeonato da Copa do Mundo, aqui no Brasil. A lista não fugiu muito do que Felipão vinha chamando, a grande novidade para muitos, foi a presença de Henrique, mas era um nome forte pela última vaga de zagueiro. 

Vamos as análises... 

No gol, Júlio César e Jefferson já eram nomes certos. A dúvida entre Diego Cavalieri - que participou da Copa das Confederações - ou Victor, que não vem de um momento bom, porém está melhor que o goleiro do Flu. Uma decisão acertada do treinador levar o arqueiro do Galo. 

Nas laterais, a dúvida era se seriam dois direitos e um na esquerda, aproveitando a polivalência de Daniel Alves e abrindo uma vaga para o meio de campo. Felipão optou por ser conservador e chamou três nomes certos, Dani Alves, Maicon e Marcelo. Na reserva do lateral do Real Madrid, Maxwell é sem dúvida o melhor nome. Porém, tinha Felipe Luis concorrendo por fora.

Na zaga apareceu a 'grande surpresa' com a convocação de Henrique. O atual zagueiro do Napoli fez por merecer a vaga, pelo que saiu jogando do Palmeiras e o quanto cresceu na Itália. Miranda, Dedé e Marquinhos eram bons nomes, porém nessa reta final, a melhor fase técnica e fisicamente é do Henrique. Thiago Silva, David Luiz e Dante eram mais do que certos. 

No meio de campo, também nenhuma surpresa. Luiz Gustavo, Paulinho, Fernandinho - que garantiu sua vaga já nos últimos amistosos -, Ramires, Oscar e Hernanes eram figuras óbvias. Apenas o último, que tinha uma certa dúvida, mas pelo que fez na Copa das Confederações, além servir como volante e até mesmo um reserva para Oscar, Hernanes é peça-chave no elenco.

No ataque tudo na normalidade. Fred, Neymar, Hulk, Jô e Bernard durante o último ano sempre que tiverem oportunidades na Seleção demonstraram os seus valores. Embora, como o caso do Jô, não esteja vivendo um bom momento no clube. 

Time titular

A equipe que Felipão vai ter como base, não deverá fugir da que ganhou a Copa das Confederações. A única exceção talvez seja a entrada de Fernandinho no lugar de Luiz Gustavo, entretanto, acho que o jogador do City rende mais como segundo volante, e não como primeiro. No demais, o time deve seguir o mesmo, com Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo (Fernandinho), Paulinho, Oscar; Hulk, Fred e Neymar. 

Os que ficaram de fora

A lista de jogadores 'magoados' nesse momento com Felipão é grande. Mas, no meu ponto de vista, a ausência que é mais 'injusta' é a de Phillipe Coutinho, do Liverpool. O jogador vem fazendo uma temporada espetacular na Premier League. Diferente de Lucas, que teve todas as oportunidades mas não entregou o que prometia, assim como Alexandre Pato. Kaká seria uma figura importante pela experiência, porém longe ainda do futebol ideal. No mais, achei a convocação coerente, com base no que vinha sendo executado o trabalho.
   

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Na estreia de Felipão, futebol da seleção fica abaixo da expectativa.



O confronto entre Inglaterra e Brasil em Wembley, na cidade de Londres, marcou o início da nova trajetória de Luiz Felipe Scolari na seleção brasileira. Como ele mesmo disse, estaria dando prosseguimento ao trabalho que vinha sendo feito e, mediante as últimas atuações sob o comando de Mano, hoje o Brasil ficou bem abaixo da expectativa. A derrota por 2-1 foi o de menos, eu esperava um pouco mais de jogo coletivo. 

Felipão mandou a seleção a campo com Ronaldinho e Neymar abertos pelas pontas e Luis Fabiano bem à frente, como o típico centroavante. No meio de campo estava Oscar responsável pela armação e por ajudar os volantes Paulinho e Ramires na marcação. Que por sinal, foram dominados durante praticamente o primeiro tempo todo. Gerrard era soberano no jogo, assim como Wilshere.

Mesmo sofrendo para bloquear as investidas do English Team, o Brasil teve nos pés de Ronaldinho a oportunidade de abrir o placar em uma cobrança de pênalti. O camisa 10 bateu mal e em seguida Hart praticou uma sensacional defesa. Passaram-se poucos minutos até o gol de Rooney, no qual a Inglaterra entrou como quis no sistema defensivo brasileiro. 

Ainda na etapa inicial, Neymar perdeu uma grande oportunidade após excelente jogada de Oscar. Na volta para os últimos 45 minutos, Felipão tirou Luis Fabiano e Ronaldinho, que foram duas peças nulas no 1º tempo, em seus lugares, entraram Fred e Lucas respectivamente. Em 5 minutos, Fred empatou o jogo e acertou uma bola na trave. Produziu bem mais que os dois atletas citados. 

A atitude da seleção brasileira nos 10 primeiros minutos foi muito boa, porque a marcação estava adiantada e com isso, forçava o erro na saída de bola inglesa. Achei que deveria ter sido mantida assim, porém, quando a Inglaterra entrava no campo de defesa do Brasil, ninguém dava o combate apenas cercavam. Aproveitando essas falhas, Lampard marcou um golaço.

A partida que estava bem melhor na segunda etapa, caiu drasticamente de rendimento com as diversas alterações feitas pelos treinadores. Mas, faltou ao Brasil mais movimentação e jogadas coletivas. Por exemplo, Lucas pouco foi acionado pela ponta direita, o jogador poderia ter sido bem mais útil ao time e Neymar, sumiu de campo. Os dois juntos contando ainda com a participação de Oscar deveriam ter executados mais tabelas, o que pouco aconteceu.

O Brasil tem um embrião de time, porém, Felipão terá muito trabalho para dar ritmo e entrosamento a essa equipe. Gostei muito das atuações de Júlio César, Dante e Fred. No meu ponto de vista, os melhores em campo pela seleção. E você, o que achou? 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Brasil joga mal e só empata com Equador na estréia.

A seleção brasileira Sub-20, decepcionou em sua estréia no torneio Sul-Americano. Muitos atletas tiveram rendimento abaixo do esperado e por sorte, não saíram derrotados do estádio Bicentenário, em San Juan. O  resultado de 1-1 fará com que o Brasil não possa mais perder pontos "bobos" nas próximas rodadas. E já o Equador, se ver grande motivado para o restante da 1ª fase.

Esse confronto marcou a abertura do Grupo B, que possuem ainda, Uruguai, Peru e Venezuela. Pois bem, antes mesmo de a bola rolar, uma situação me chamou a atenção, o hino nacional. Os jogadores equatorianos, sem exagero, todos cantaram. Já no Brasil, apenas um ou outro cantou e de forma tímida. Quase que só mexendo os lábios por força do hábito. É vergonhoso, representantes de uma nação que não saibam cantar o hino nacional. Lamentável!

Já com a bola rolando, o treinador Emerson Ávila, mandou a seleção a campo, com uma formação extremamente ofensiva. No esquema 4-1-2-3, com apenas Misael atuando como volante. O jogador foi sacrificado, pois tinha que cobrir o lateral esquerdo assim como o direito. Tendo em vista, que Felipe Anderson e Mattheus, meias ofensivos, não voltavam para recompor defensivamente.

Ainda sobre o esquema tático, atuar com Felipe Anderson e Mattheus juntos, é querer depender muito da sorte. Porque os dois são completamente instáveis na partida, somem do nada e de repente aparecem. Mas, a parte que ficam escondidos atrás da marcação é bem maior. Baseado nisso, o Equador começou bem melhor o jogo. A equipe tinha uma meio de campo forte na marcação e um ótimo armador, o camisa 8 Cevallos, que quase marcou o gol de placa do meio de campo.

Os canarinhos tinham dificuldades para fazer a transição de bola para o ataque e as jogadas, eram sempre trabalhadas pela esquerda com o lateral Mansur. Quando o Brasil parecia engrenar no jogo, Cevallos achou Parrales sozinho dentro da área, uma tremenda falha de Dória e Luan. Mas, com a ajuda da sorte, Mattheus finalizou errado, mas o defensor equatoriano acabou empurrando a pelota para o fundo da rede.

No segundo tempo, Mattheus e F. Anderson seguiam apáticos, Ávila enfim mexeu. Mandou a campo Fred e Leandro, nos lugares de Marcos Junior e Felipe Anderson respectivamente. Quem entrou melhor, foi Fred. Que fez mais que Adryan e Marcos Junior o jogo inteiro. Ele ainda trouxe mais o time para o lado direito, já que seguiam insistindo sempre pela ponta esquerda.

Na reta final do jogo, o atacante Bruno Mendes foi a campo, no lugar de Adryan, para jogar ao lado de Ademilson. Sinceramente, o botafoguense não tem que ser reserva desse time de jeito nenhum. É muito mais jogador do que todos os homens de frente que formam o grupo. Já defensivamente, o Brasil não corria tantos riscos. O Equador estava atuando bem, mas estava respeitando demais e parecia com medo de vencer.

Na próxima rodada do Grupo B, o Brasil joga contra o Uruguai. Se não mudar a maneira desorganizada de jogar, vai perder. Já o Equador, enfrenta a Venezuela.