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sexta-feira, 16 de março de 2012

Forte defesa dos Bulls pararam o individualismo do Heat.


Na partida entre duas das melhores equipes da NBA na atual temporada. Acabou dando Chicago Bulls sobre o Miami Heat, por 106-102 na United Center. O confronto foi vencido pelos Bulls, pela equipe contar com uma defesa muito boa e um ótimo elenco. Que mesmo jogando sem sua principal estrela, o armado Derrick Rose. O conjunto conseguiu ir muito bem. Ao contrário de Miami. Que individualizou demais seus pontos. Como de costume. Dwyane Wade e Lebrom James marcar juntos 71 dos 102 pontos da equipe. O banco do time, também foi muito fraco. Os reservas tiveram apenas 15 pontos, contra 56 do banco de reservas de Chicago. Na questão dos rebotes, Chicago também deu banho. Eles pegaram 50 contra 34 de Miami. Esses fatores acabaram decidindo confronto.

O ínicio do jogo foi bastante equilibrado. Principalmente no primeiro período. Aonde o time da casa, não conseguia parar Wade e LeBrom. Os dois mantinham a equipe sempre junta ao placar. Já Chicago sem Rose, sobrava para C.J Watson armar a equipe. E ele não decepcionou. Porém, a partida era mantida muito igual. Bons arremessos de cada lado. Mas era aquilo: Miami não tinha outros jogadores para pontuar. Nem Chris Bosh marcava. Eram apenas Wade e LeBrom. No final do quarto os jogadores do banco foram para quadra. Os Heats conseguiram manter uma breve vantagem. Que com o início do segundo período não durou muito. Logo o time do Bulls passou a frente. A defesa da equipe passou a jogar uma barbaridade. Passou a dar tudo certo para os Bulls. Que pegavam bastantes rebotes tanto ofensivamente quanto defensivamente. Em especial com Noah e o reserva Gibson. Isso foi dando muita solidez ao jogo de Chicago, que chegou a ter 15 pontos de frente. Porém, antes do final, Lebrom voltou a pontuar e a diferença caiu um pouco.


Para os dois últimos períodos, o jogo ficou bastante engasgado. LeBrom chamava o jogo para si. E conseguia bons pontos, além de cavar faltas. Isso ia diminuindo a diferença. Porém Chicago voltava a ter pelo menos 10 pontos de vantagem, com bolas de três pontos. Principalmente com Deng e John Lucas. Três de cada um. O que foi algo positivo no time. Eles acertaram 10 de 19. Diferente de Miami. Que pouco utilizava desse recurso. E que poderia ser mais utilizado. Pois os Bulls fechavam bem o garrafão. Impedindo diversas vezes a penetração da equipe adversária. E assim ia se desenhado o jogo. Com o time de Chicago conquistando pontos com vários jogadores. E para o último período, o jogo ficou mais acirrado. Miami veio com tudo. Mas encarava um John Lucas em bom momento. Ele que é o outro armado dos Bulls. Que inclusive teve mais tempo em quadra do que C.T Watson. Que é o substituto imediato de Rose. Lucas marcou pontos sensacionais. Em um lance por sinal, botou LeBrom James para dançar. Ele soube entender o que o jogo pedia. Não precipitava nada. E tinha muita confiança na hora dos arremessos. Mas, se aproximando do fim do jogo, os Heats atearam fogo. Mas não conseguiram virar partida. Porém, diminuíram o prejuízo. E perderam por apenas 4 pontos.

Os grandes destaques da partida no  meu ponto de vista foram: Jonh Lucas de Chicago. Que teve bons números. Ele fez 24 pontos, sendo 9 de cesta de três pontos. Além de pegar 3 rebotes. Pelo lado de Miami. LeBrom James apesar de não ter sido o cestinha do jogo foi muito bem. Marcou 35 pontos. É a 18ª vez na temporada que ele ultrapassar a marca de 30 pontos. E pegou 5 rebotes. Além de dar 4 assistências.

sábado, 10 de março de 2012

Iluminado, Chris Paul ajuda Clippers a derruba tabu.


O armador da equipe do Los Angeles Clippers Chris Paul conduziu o time a uma vitória sensacional. Atuando fora de casa contra o San Antonio Spurs, por 120-108. Uma vitória dos Clippers na AT&T Center, não ocorria, desde 31 de janeiro de 2002. E esse bom time de Los Angeles, que vem deixando de ser o patinho feio da cidade. E vem quebrando alguns tabus durante a temporada regular conseguiu mais um ótimo feito. Além do mais, foi uma excelente partida de basquete. O jogo se manteve aberto até alguns minutos de fim. O argentino Manu Ginobili foi outro que fez uma partida exuberante. As duas equipes se mantém muito bem na classificação. Os Clippers tem 23 vitórias e 15 derrotas, enquanto San Antonio possui 26 vitória e 13 derrotas.

O confronto começou muito equilibrado. Dessa maneira foi disputado o primeiro período. Com as duas equipes praticamente iguais no placar. Não deixando a outra abrir uma grande vantagem. San Antonio estava muito bem ofensivamente. E em quase todas as descidas ao ataque, eram recompensadas com pontos. Enquanto os Clippers tinham um pouco mais de dificuldades para trabalhar no garrafão. Mesmo assim, o que mantinha a equipe viva era a grande quantidade de rebotes pegos ofensivamente. Além de ter um Chris Paul indo para cima. Defensivamente as duas equipes foram bem fracas. Até o começo do segundo período. Onde o time de Los Angeles passou a encurtar mais o espaço dos Spurs e a arremessar melhor ainda para a rede. Se não dava para trabalhar com Griffin que não estava 100%, a ideia foi abrir o jogo e mandar para a cesta. E foi dando certo. San Antonio começou a errar vários arremessos. Que nos contra-ataques os Clippers iam só aumentando a vantagem. Que chegou a ser de 13 pontos. Mas que chegando próximo ao intervalo. Deu uma encurtada grande. Pois Los Angeles relaxou no jogo e acabou chamando os Spurs para cima.

Para o terceiro período o jogo voltou a ser bem equilibrado. Os visitantes ainda conseguiram administrar uma pequena vantagem durante um bom tempo. Só que San Antonio estava bem sólido em quadra. E foi para cima. Principalmente por contar com o apoio de seu torcedor. Gary Neal foi um dos jogadores da equipe, que forçavam a infiltração na defesa dos Clippers. Defensivamente o time tinha sucesso sobre a marcação de Griffin, mas o grande problema era como para Chris Paul. Pois de onde ele chutava, a bola estava caindo. Ou então, conseguia algumas infiltrações fantásticas na defesa adversária. Mesmo com tudo isso, SA Spurs chegou a passar a frente no placar. Porém no último período foi que o jogo pegou fogo. Manu Ginobili estava nos seus dias. Acertando tudo. Ele conseguiu suprir bem a falta de Tony Parker. O brasileiro Thiago Splitter depois de sucessivos erros nos quartos anteriores conquistou bons pontos neste último. Só, que pelo lado de Los Angeles algumas estrelas começaram a brilhar. Blake Griffin mesmo machucado fez pontos milagrosos. E sem contar em Mo Williams. Que fez durante todo o jogo cestas de 3 pontos. Ao todo, foram 7 de 9 tentativas. Mas, no momento decisivo, ele tirou duas bolas de três da cartola. E sem contar com a principal estrela da noite. Que não tremeu. Soube ditar o ritmo de jogo e sempre que teve a bola em suas mãos, não ficou afobado. Foi lá com inteligência e converteu uma cesta, ou deu uma assistência. Essa séria de fatores acabou culminando a na vitória dos Clippers, em um extraordinário jogo.

Os destaques do jogo foram: Chris Paul (Los Angeles) e Manu Ginobili (San Antonio). O primeiro foi o cestinha do jogo com 36 pontos e ainda deu 11 assistências. Consolidando mais um Double-double. Já o segundo, marcou 22 pontos e deu 6 assistências.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Orlando supera trauma e vence Chicago.


O time do Orlando Magic jogando fora de casa, conseguiu vencer o Chicago Bulls por 99-94, na United Center. A equipe de Orlando, que vem de alguns traumas recentes. Pois sempre que abriu vários pontos de vantagem, acabou cedendo à virada. Foi assim na última terça-feira contra Charlotte Bobcats e na quinta-feira passada contra Oklahoma City Thunder. Nesse jogo contra os Bulls, a equipe chegou a ter uma vantagem bem confortável. Mas, acabou em certos pontos ficando atrás do placar. Porém, confirmou a vitória no fim. Mesmo sendo bem irregular, a equipe de Orlando é 5º melhor da NBA. Enquanto Chicago sentiu bastante o desgaste da partida na noite anterior. E seus principais jogadores, como o caso de Derrick Rose e Joakin Noah, não renderam muito bem. Mesmo assim, ainda quase conquistaram a vitória.

Os dois primeiros quartos, apesar de algumas dificuldades foram em grande parte do domínio de Orlando. Que começou o jogo muito bem. Parecia que estava atuando na terra do Mickey Mouse. Porém, uma parada técnica acabou levando Chicago ao jogo. Só que ainda sim, a equipe da casa, parecia estar na primeira marcha. Enquanto os visitantes estavam a 200 km/h. Bem na marcação e preciso no ataque. Principalmente com Dwigth Howard. Que estava conquistando vários pontos dentro do garrafão. As bolas de três também começaram a cair bastante, aumentando a vantagem da equipe. Que no segundo período, continuou bem. Howard era forte também na defesa. Aonde pegava muitos rebotes. Defensivamente, o Magic estava estruturado. O que dificultava a penetração de Chicago. Já os Bulls defensivamente, estavam bem abaixo do que eles vêm fazendo na temporada. Aonde tem o melhor sistema defensivo da Liga. Mas, aos poucos Orlando foi caindo no jogo. O auge disso foi na hora que Howard foi para o banco descansar. E como a equipe não tinha um jogador do nível dele para ficar no pivô. Então, começou o mau-hábito de tentar arremessar todas as bolas de três pontos. E os reservas de Chicago, já que encontravam dificuldades para entrar no garrafão. Passaram a abrir o jogo para chutes de longe de Kyle Kover. Que passou a diminuir a desvantagem que ultrapassou a casa dos 15 pontos. E nos últimos segundos, Derrick Rose levou a diferença para o intervalo para apenas 5 pontos.


Na volta, o jogo ficou bastante emocionante. Orlando acabou perdendo toda aquela vantagem que tinha obtido. E já estava deixando o seu treinador bem angustiado. Tendo em vista a boa diferença de ponto que tinha e acabou perdendo. E assim foi se levando o terceiro quarto. Com as equipes disputando ponta a ponto. O Magic seguiu liderando o placar, mas às vezes, com apenas um ponto de diferença. Até que Chicago conseguiu abrir a frente. Porém, por muito pouco tempo. O que estava fazendo a diferença para os Bulls era que os pontos, estavam divididos bem entre os jogadores. Mas precisamente entre 4. Já Orlando, dependia muito de dois. Howard e Richardson. Porém, mesmo concentrando muitos pontos em dois atletas, o Magic voltou a abrir 10 pontos no placar. O que nessa altura era para administrar. Só que novamente por forçar arremessos de 3 pontos, com muita displicência. A equipe voltou a perder a vantagem. O que de certo ponto irrita. Mesmo que não é torcedor de Orlando, fica com raiva pela teimosia. Ao invés de fazer o simples, tenta a bola de três constantemente e se prejudica. No último período o jogo foi praticamente igual. Então, acabaram aparecendo duas peças muito importantes dos dois lados. Boozer por Chicago e Turkoglu por Orlando. O primeiro foi quem manteve a chama da equipe da casa acesa. Ele supriu bem a ausência de Rose que ficou no banco durante alguns minutos. E também quando voltou, não estava acertando tanto suas tradicionais infiltrações. Já o turco pelo lado de Orlando começou a acertar várias bolas de três. O que acabou sendo um dos fatores cruciais para vitória. Sem contar que Howard voltou a pegar revotes defensivos. Que com calma e sem precipitações eram convertido em pontos lá na frente. Não dando mais ânimo para Chicago se recuperar na partida.

Os grandes destaques da partida foram: Dwight Howard por Orlando e Carlos Boozer por Chicago. O primeiro que tem seu futuro incerto no time do Magic, fez seu 33º Double-double na temporada. Nesse jogo ele marcou 29 pontos e pegou 18 rebotes. Enquanto o segundo teve 26 pontos anotados, o cestinha de sua equipe. E ainda pegou 7 rebotes.

sábado, 3 de março de 2012

Utah vence no fim e quebra sequência invicta dos Heat.

A equipe do Utah Jazz, jogando em casa na Energy Solutions Arena. Conseguiu uma importantíssima vitória sobre o Miami Heat, por 99-98. Esse triunfo dos donos da casa quebrou uma séria invicta dos Heat de 9 jogos. Foi um excelente jogo de Utah, que mesmo não tendo as “estrelas” que tem Maimi, soube equilibrar o jogo na vontade e disposição. A equipe jogou da mesma forma quase o tempo inteiro. Além de ter um banco que pontua bastante também. Ao contrário do Heat. Que em números tem a segunda melhor equipe da NBA, mas depende muito de seus principais jogadores. E tem um banco relativamente fraco. Que por sinal é o quinto pior da liga.

Nos primeiros quartos, a equipe do Utah Jazz conseguiu se impor diante dos Heat. Embora o 1ª período tem sido de um enorme equilibro. Pois mesmo Miami não contando com Chris Bosh, quem acabou sendo o grande destaque foi Shane Battier. Que é reserva de Bosh. Ele conseguiu ótimas bolas de três. Ele estava aproveitando os espaços. Porque a marcação se concentrava toda em cima de Lebron e Wade. Já os Jazz fazia uma partida muito eficiente. Sempre com arremessos de segurança. E muita vontade na marcação. Para o segundo período, Lebron ficou bastante tempo no banco. Para ganhar um descanso. Foi ai que o Utah Jazz abriu uma boa vantagem. Foi a hora dos suplentes entrarem em quadra. E os reservas do time da casa conseguiram ótimos pontos. Diferente dos jogadores de banco de Miami. Que tiveram uma pontuação baixíssima. Então, com muita volúpia e com uma garra incrível, Utah chegou a abrir um pouco mais de 10 pontos. Com uma excelente partida de Gordon Hayward.


Para o terceiro período Miami voltou pontuando mais, só que continuava muito fraco defensivamente. Dando total espaço para a equipe do Utah trabalhar suas jogadas. E assim, os Heats não conseguiam tirar a desvantagem. Lebron passou a chamar mais o jogo para si. Assim como  Wade. Na metade do 3ª período, Miami entrou no jogo de vez. Com 5 pontos seguido de Wade a equipe foi eliminando a largar vantagem dos Jazz. Então, o último período pegou fogo. Melhor defensivamente o Heat complicou a vida da equipe adversária. Que tem jogadores muitos novos. Em alguns momentos, eles acabaram perdendo um pouco do foco no jogo. Miami aproveitou para tomar a liderança do placar. O que não ocorria desde o 1ª período. Mas com muita garra e determinação, o time de Utah não desistiu. E com algumas paradas técnicas a equipe foi pegando confiança novamente. Tanto no ataque, como na defesa. E acabou virando o jogo, faltando um pouco mais de 3 segundo para o fim. Ainda houve tempo para os Heats trabalharem uma jogada. Que era para Lebron mandar para cesta. Mas ele preferiu o passe. Que acabou não resultando em nada.

Os grandes destaques do jogo em minha opinião foram: Al Jefersson com 20 pontos e 6 rebotes pelo lado de Utah. Já por Miami Lebron com um Double-double. Pois teve 35 pontos e 10 rebotes.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Oklahoma vira no fim e quebra tabu contra Orlando.


A equipe do Oklahoma City Thunder virou o jogo no fim para cima do Orlando Magic. Que dominou a partida inteira. Mas quando chegou na hora do vamos ver, acabou decepcionando o seu torcedor. A equipe jogando em casa, na Amway Center perdeu por 105-102. Orlando não perdia para a franquia de Oklahoma, contando os jogos de quando a equipe era Seattle Supersonics, desde 13 de março de 2004. Então nesta quinta-feira, eles quebraram um tabu de quase 8 anos. O Thunder venceu muito mais pelo erro de Orlando do que por seu merecimento. No meu ponto de vista. Acho que o melhor time da Liga, não jogou como todos esperavam. Mas venceu. Isso que é o importante. E alcançou sua sétima vitória seguida.

Os dois primeiros quartos, foram de um grande domínio dos donos da casa. Que não demoraram muito para impor seu ritmo de jogo. O time de Orlando sabia que o único modo de parar a sensação Oklahoma, seria cadenciando mais o jogo. Se entrasse na correria que a equipe do Thunder gosta de jogar, os Magics se dariam mal. Em alguns momentos do 1ª período, isso até aconteceu. Porém, logo os Magics os neutralizaram. Os donos da casa trabalhavam bem a bola no ataque. Evitando forçar arremessos. E jogando com uma defesa incrível. Que contava com um Dwight Howard inspirado. Ele também contribuía muito no ataque. Pois é um extraordinário pivô. E não é atoa que Orlando está fazendo de tudo para segurá-lo na Florida. Então, com o Magic jogando dessa maneira. Oklahoma não conseguia se encontrar em quadra. Na defesa a equipe cedia espaços demais e, no ataque era muito abaixo da média. Durant e Westbrook eram os únicos a tentarem algo. Porém apesar dessa superioridade, a ida ao intervalo acabou sendo com uma diferença de poucos pontos. Apenas 3. Pois com freqüentes pedidas de tempo, o treinador dos Thunder deu uma motivação à equipe que tirou a desvantagem.


Só que na volta para os períodos complementares, o time do Thunder parece não ter assimilado bem o que o treinador pedia. A equipe voltou para quadra, ainda muito mal. Já Orlando seguia muito bem. Com uma defesa que enchia os olhos. Surpreendendo-me. Pois em vários jogos da equipe que eu vi nessa temporada, parecia que os jogadores estavam sem motivação. No ataque eles também não bobeavam. Conseguiam converter excelentes cestas. Trabalhando sempre com muita paciência a bola. E convertendo às vezes com muito sucesso bolas de três. Principalmente com Ryan Anderson. Especialista dos Magics. Com isso, a diferença do placar, chegou a ser de mais de 10 pontos. Iniciou-se o último quarto. Parecia que era só manter o bom basquete que a vitória viria. E assim até começou. Para ser mais exato, até meados do período. Porém, a equipe trocou seu pivô. Tirou Dwight Howard para por Glen Davis. E ainda, os jogadores perderam o foco do jogo. Começaram a precipitar arremessos. Desperdiçando ataques e dando a bola de graça para Oklahoma. O que é um erro grave. Contra os Thunders não pode vacilar. Eles em pouco mais de 4 minutos, conseguiram tirar diferença. Foram encostando-se ao placar, ataque a ataque. Kevin Durant e Westbrook começaram a fazer cestas sensacionais. Em especial o primeiro. Que converteu bolas de três, importantíssimas. Levando a equipe a frente no marcador depois de muito tempo. Orlando passou a se desesperar, chutando bola de qualquer ponto da quadra. No fim, ainda quase empatou o jogo com uma bola de três. Mas o aro não deixou.

Mesmo com a derrota de Orlando, eu achei que Dwight Howard foi uns dos principais nomes do jogo. Ao lado de Kevin Durant, de Oklahoma City. O primeiro fez 33 pontos e pegou 9 rebotes. Já o segundo, fez 38 pontos e pegou 8 rebotes.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Em jogo de extremo equilíbrio, Bulls passam pelo Spurs.

A partida entre San Antonio Suprs e Chicago Bulls, acabou sendo marcada pelo forte equilíbrio. O que já era previsto, por serem duas equipes que vem muito bem na NBA. Mas, mesmo atuando fora de casa, no AT&T Center, os Bulls saíram vitoriosos. Com a vitória de 96-89. E como de praxe, mais uma bela atuação de Derrick Rose. Que terminou como cestinha do jogo. Chicago segue dando prosseguimento a ótima campanha. Assim como San Antonio. Que mesmo com o revés, está fazendo um excelente torneio. Principalmente pela bela fase que vem vivendo Tony Parker. O veterano Tim Duncan, também foi muito bem no jogo.

Os dois primeiros períodos do jogo foi muito marcado pelas defesas. Gostei bastante do jeito que ambas atuaram. Isso fez com que o placar, acabasse sendo baixo. Mesmo assim, não deixou o jogo ruim. Muito pelo contrário. Logo de início, os Spurs começaram com todo o gás. Marcando bem e indo muito forte ao ataque. DeJuan Blair forçou alguns turnovers da equipe dos Bulls. Ele estava muito bem no que se tratava de marcação. San Antonio acabou abrindo uma pequena vantagem. Que aos poucos, o Chicago foi entrando no jogo. A equipe começou a equilibrar seu jogo. Entre a defesa e o ataque. Derrick Rose, armador dos Bulls, passou a chamar mais o jogo para si. Isso deu ao confronto, o que se era esperado. Ponto lá e ponta cá. Mas no segundo período, o time dos Bulls se soltou um pouco mais. A equipe estava um pouco superior em quadra. Um fator que exemplifica isso, é que a eles passaram a pegar bastantes rebotes. Principalmente com Joakim Noah. O gás inicial dos Spurs acabou se enfraquecendo. Porém o brasileiro Tiago Splitter entrou e fez um ótimo trabalho. Mas não impediu que os times fossem para o intervalo, com uma diferença de 8 pontos para Chicago.


Nos dois últimos quartos, o jogo ganhou bastante emoção. O veterano Tim Duncan, que não esteve no último jogo das estrelas. Mostrou que ainda pode brilhar. Ele seguido por Tony Parker e Gary Neal, comandaram uma reação da equipe da casa. Que cresceu bem em quadra. Enquanto Chicago estava amassando o aro a cada arremesso. Os seus principais homens de frente, não encontravam a mesma pontaria que nos quartos anteriores. Rose buscava boas infiltrações. Que na maioria das vezes acabavam com a cesta mais o ponto de bonificação. Isso culminou na perda de uma vantagem de 10 pontos dos Bulls. Que San Antonio inclusive chegou a comandar a partida. Com Tim Duncan sendo essencial. Pois ele converteu algumas bolas dentro do garrafão, com muita competência. Mas no último período, aonde é a hora de a onça beber água. O Chicago acabou fazendo prevalecer, uma melhor técnica e até mesmo um condicionamento melhor. Por algumas das principais estrelas dos Spurs, já não serem tão novas como a dos Bulls. Ainda sim, a partida se manteve igual durante boa parte. Com o Chicago abrindo vantagem, mas os Spurs sempre empatando. Quando a partida começou a baixar a casa dos 5 minutos. Os principais nomes de Chicago apareceram. O que mais se destacou, foi Luol Deng. Que não havia feito nada durante os três primeiros períodos anteriores. Mas que no fim, converteu bolas de 3 pontos importantíssimas. Derrick Rose, também abriu muito bem o jogo. Possibilitando a aparição dos outros atletas. O que sacramentou mais um triunfo da franquia na temporada.

No meu ponto de vista, os dois principais nomes do jogo, foram: Derrick Rose por Chicago e Tim Duncan por San Antonio. O primeiro teve 29 pontos e 4 assistências. Já o segundo, que está prestes há completar 36 anos, fez 18 pontos e pegou 10 rebotes. Todos defensivamente.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Kobe desencanta e Lakers batem os Nuggets.

O Friday NBA desta semana, teve mais uma vez uma ótima partida de Kobe Bryant. Que começou o jogo mal, mas próximo ao fim, desencantou e foi fundamental para a vitória dos Los Angeles Lakers em cima do Denver Nuggets por 93-89. Essa vitória dos Lakers fora de casa, é algo incomum. Pois é apenas o terceiro triunfo da equipe longe de Los Angeles. Mas por ter uma sequência agora de jogos fora de casa, essa vitória foi importante para dar confiança ao time. Já Denver, que vem bem na conferência, acabou decepcionando seu torcedor ao perde em casa. Mas fica um alívio para seus adeptos, porque o time fez uma excelente partida. O talento individual, acabou decidindo o confronto contra a franquia. 

Os dois primeiros períodos, foram de um basquete de alto nível. E as duas equipe se comportaram muito bem. Os Lakers, mesmo estando jogando fora de casa, não sentiram a pressão e começaram com tudo. Logo o time de Los Angeles abriu uma boa vantagem. Mas com o tempo, a distância entre as equipes foram se encurtando. O time do Nuggets começou a cadência mais a partida. Principalmente com Miller, ele ditava bem o ritmo da equipe do Denver. Pelo lado dos Lakers, a defesa estava muito segura e o ataque indo com bastante consistência. Kobe Bryant, sempre tinha uns dos pivôs livre no garrafão. Hora era Andrew Bynum, que inclusive proporcionou uma linda ponte aérea com Kobe. Ou então Pau Gasol, que também ajudava no ataque na mesma eficiência que defendia. Teve um momento no segundo período, que o time de Denver passou a precipitar demais o jogo. As jogadas eram trabalhadas com bastante êxito. Mas, acabava que os arremessos, eram pífio. Só que logo a equipe voltou a acertar as jogadas. Já os Lakers não souberam aproveitar esse momento ruim do adversário. Mas terminaram esses dois períodos na frente.

Para os dois períodos restantes, o time do Denver voltou mais forte. A equipe inclusive, conseguiu passar a frente no placar. O que no 1º tempo, foi algo raro. O time conseguia boa transição da defesa para o ataque. Quem estava destoando dos demais jogadores, foi o brasileiro Nenê. Os Lakers, aos poucos começaram a voltar para o jogo. A equipe deu liga mesmo, no final do terceiro quarto. Quando Kobe Bryant que havia feito apenas 5 pontos nos dois quartos anteriores e estava em uma partida muito apagada. Começou a fazer a diferença. Ele junto com o novato Andrew Goudelock, foram fazendo ótimas jogadas. E por consequência, aumentando a vantagem do time de Los Angeles. Então no último período, as equipe se preocuparam demais com o ataque. Foi um período, só de sistemas ofensivos. O time dos Nuggets com uma diferença para tirar de 5 pontos, sempre tentava algumas bolas de três. Principalmente com Gallinari. Miller permanecia sendo o melhor da equipe em quadra. Já os Lakers, continuava contando com o talento de Kobe. Que passou a fazer cestas de tudo que era jeito. Uma por sinal, foi de costas. Impressionante. Nos minutos finais, Nenê, passou a ser decisivo para os Nuggets. Ele cravou boas bolas dentro do garrafão. Mas acabou não sendo suficiente para impedir a derrota do Denver.

Os grandes destaque do jogo, foram: Kobe Bryant, com 20 pontos, 9 assistências e 6 rebotes. O novato Andrew Goudelock, com 13 pontos apenas, mas uma personalidade incrível. Já pelo lado dos Nuggets, gostei bastante do Andre Miller, com 16 pontos e 7 assistências.

Bulls vencem Knicks, com Derrick Rose decidindo o jogo.

O jogo entre New York Knicks e Chicago Bulls, terminou com a vitória apertada dos Bulls por 105-102. Com mais uma bela atuação de Derrick Rose. O camisa 1 de Chicago, toda vez que a torcida dos Knicks tentava esboçar uma reação para apoiar seu time. Ele ia lá com uma bela infiltração para calar o torcedor adversário. O MVP  da temporada passada, tem tudo para ganhar o prêmio de novo,  dessa vez pode ser com o título da NBA. Pois Chicago lidera a divisão, e tem uma equipe muito forte. Já New York, está decepcionando demais nessa temporada. A equipe com grande estrelas, corre sérios risco de ficar de fora dos playoffs. Até essa quase metade de temporada, o time tem mais derrotas do que vitória. O que não era esperado pelo níveis de jogadores que o time possui em seu plantel. Mas vamos esperar para ver o que acontece. 

O jogo no Medison Square Garden, em New York, começou um pouco devagar. Temos que levar em conta, as grandes sequências de jogos, em um curto espaço de tempo. Mas logo, as duas equipes começaram a engrenar. O Chicago se soltou mais rápido no jogo. A equipe conseguiu boas jogadas e também convertia ótimas bolas de três. Os Knicks, não ficavam muito para trás. O time também respondia com bolas de três. Só que ainda, não estavam tão empenhados no confronto. A equipe, passou a errar muito. Principalmente nos arremessos. Stoudemire, na minha opinião, foi o homem mais lúcido dos Knicks em quadra. Tanto que nesse 1ª tempo, ele deixou 18 pontos. Já Chicago, se mantinha forte no ataque, com Derrick Rose e Joakim Noah inspirados. O segundo, acabou fazendo grande falta para os Bulls, quando ele foi para o banco. No natural revezamento. O time de Chicago, acabava não pegando tanto rebote, da mesma forma quando o francês está no jogo. A partida, se manteve sempre com o placar próximo. Com pequenas diferenças. Mas no segundo período, que os Bulls deram uma esticada na vantagem. O time aproveitou o excesso de erros de New York, que não conseguia atacar e muito menos marcar as investidas de Rose. Isso fez com que o primeiro tempo se encerrasse, com uma diferença de 11 pontos.

Para o terceiro quarto, os Knicks voltaram bem melhor. Principalmente os "medalhões" da equipe. Como Tyson Chandler e Carmelo Anthony. Stoudemire, como disse anteriormente, ele era o melhor jogador da equipe em quadra. Então, com eles bem, o time passou a diminuir a vantagem. As bolas começaram a cair e na defesa a equipe também melhorou consideravelmente. O Chicago oscilou um pouco  nesse período. Mas ainda assim, os Bulls se mantiveram a frente. Derrick Rose, conseguia ótimas jogadas. Mas em um certo momento, a equipe passou mais de três minutos sem pontuar. O crescimento de New York, se intensificou ainda mais. Porém, no quarto período quando o jogo estava parelho. A afobação do time da casa, junto com o talento de Rose, começaram a fazer a diferença no jogo. O time de New York, sempre tinha a possibilidade de empatar ou até mesmo virar o jogo. Só que as precipitações, acabava deixando o time na mão. E foi nessa hora, que o camisa número 1 dos Bulls deu seu show. Ele com infiltrações fantásticas e fatais como sempre, decidiram o jogo. A partida se manteve com os placares grudados até o fim. Aquele jogo enroscado. Que os últimos segundo, demoraram uma eternidade para passar. Os Knicks, forçavam faltas, mas os Bulls ia lá e convertiam os arremessos. Derrick Rose chegou a errar um. Mantendo a diferença em três pontos. Porém, na jogada seguinte Stoudemire errou a bola de três, para empatar o jogo. Daí em diante, os segundo finais, sobrou para Chicago chutar FG, convertendo,  por consequência matando o jogo.

Os principais nomes do jogo, foram Derrick Rose com um double-double, pois ele teve 32 pontos e 13 assistência. Além de pegar 4 rebotes. Outro de Chicago que foi bem, foi Joakim Noah, com 10 pontos e 9 assistência. Já pelo lado dos Knicks, o melhor na minha opinião, foi o Amar'e Stoudemire com um double-double. Ele alcançou a marca de 34 pontos e 11 rebotes. 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Revanche do Magic, termina com virada incrível dos Celtics.

O jogo que parecia ser a revanche do Orlando Magic, contra o Boston Celtics, após a humilhação na última segunda-feira. Aonde a equipe do Magic perdeu por 88-57, para os Celtics. Inclusive, essa foi a menor pontuação da história do time na NBA. Então, nesta quinta-feira, a equipe fez um 1ª tempo impecável. Parecia que seu torcedor, estava presenciando uma bela lavada de alma. Uma vingança impiedosa. Porém, a equipe dormiu e quadra nos dois últimos períodos e teve a diferença que chegou a ser de 27 pontos retirada. E terminou o jogo com um revés de 91-83. 

O primeiro tempo em Orlando, foi fantástico para o time da casa. Porém, o jogo não foi todo alegria para o time casa. Os Celtics começaram bem o confronto. Mesmo com as ausências de Rondon e Allen, a equipe conseguiu abrir 6 pontos no placar. Então, o treinador do time dos Magic se viu obrigado a pedir tempo. E isso acabou sendo crucial para a reação de sua equipe. O time voltou com uma defesa muito bem postada em quadra. Dificultando bastante o ataque de Boston. E o sistema ofensivo, acertava todas as bolas, com bastante tranquilidade. E olha, que a equipe não contou com Howard, em boa parte do tempo. Pois ele, cometeu duas faltas cedo. Então, teve que ir para o banco. Quem comandou a reação do time, foi Ryan Anderson, que terminou esse 1ª tempo, como cestinha do jogo com 12 pontos. O time de Boston, fez um segundo quarto, um pouco melhor que o primeiro. Pois inicialmente, o time após sofrer a virada, até se conduzia ao ataque. Mas com a forte marcação sofrida e a queda de rendimento nos arremessos, prejudicaram demais o time. Que também precipitavam bastante nos chutes. O que irritou um pouco o seu treinador. No segundo período, a defesa foi um pouco melhor. Mesmo assim, ficou longe de parar o time de Orlando. Que contava com o Glen Davis, inspirado dentro do garrafão. Esse poder todo do Magic, levarou a equipe ao vestiário, com a vitória parcial de 58 a 37.


Para os dois últimos períodos, a equipe de Boston, voltou muito mais atenta. O time passou a jogar mais sériamente. E não errando tanto. A defesa, passou a marcar mais. E o ataque, enfim, passou a não precipitar os arremessos. Outro fator que a equipe melhorou, foi o rebote. O time só havia pego, apenas 1 em todo os dois períodos iniciais. Enquanto os Celtics estavam revigorados, o Magic era irreconhecível. Era natural, que a equipe voltasse com um ritmo mais devagar. Só que não, que parasse de jogar. Isso, acabou colocando aos poucos os time visitante no jogo. Paul Pierce, que não fez um bom primeiro tempo, no segundo, foi decisivo. Com tudo isso, o time de Orlando, conseguia manter a vantagem entre 20 e 15 pontos. Mas no último período, que a parada ficou feia. O Magic, sentiu demais a pressão do duelo. Diferente dos Celtics, que estavam praticamente composto por reservas. Que ao contrário do que fez anteriormente, passou a valorizar bem mais a posse de bola. Isso foi um dos motivos que fez com que a equipe crescesse em quadra. Já Orlando, passava a ver a cada ataque, o adversário encostar no placar. Com isso, a equipe passou a errar bastante no campo de ofensivo. E a sobra que a equipe tinha, principalmente em relação aos rebotes, não se via mais. Era um time totalmente apático em quadra. Acabou que, no minutos finais, Pierce, Garnett e a garotada de Boston, tiraram um diferença de mais de 25 pontos. Chegaram a abrir 7 pontos. E nessa hora, os "velinhos" dos Celtics, administraram muito bem o placar. Dando uma vitória de extrema importância para Boston.

O grande nome do jogo, na minha opinião, foi Paul Pierce. Ele de longe, foi o responsável por essa incrível virada dos Celtics. Ele teve um double-double com 24 pontos e 10 assistências, além de pegar 6 rebotes. Pelo lado do Orlando, gostei bastante da atuação do Ryan Anderson. Em especial nos dois primeiros quarto. A estatística final dele foi: 12 pontos, 4 rebotes e 1 assistência. 

sábado, 14 de janeiro de 2012

Celtics continuam mal, enquanto os Bulls cada vez melhor.

O Friday Night NBA dessa semana, teve um grande clássico da Liga. O confronto entre Boston Celtics e Chicago Bulls. Que terminou com a vitória dos Bulls por 88-79, em Boston. Com a vitória, a equipe de Chicago, permaneceu bem. É o melhor time da conferência. Está mostrando uma desenvoltura cada vez melhor. A evolução, mostra que o time esse ano, brigará forte pelo título. Enquanto do outro lado, os Celtics já não vão tão bem. Um exemplo disso é que: se a temporada terminasse hoje, o time de Boston não estaria nos playoffs. É verdade que ainda temos bastante jogos, mas é bom lembrar que a temporada esse ano, é curta. Então, não é bom bobear muito. Porém eu acho que logo os veteranos Garnett, Allen e Pierce, juntos com o  jovem Rondo. Vão voltar a engrenar.

O Chicago Bulls, não quis nem saber se estava ou não jogando em casa. O time parecia que era o mandante no TD Garden, especialmente nos dois primeiros períodos. Já o Boston, muito sonolento dentro de quadra. Os  principais nomes da equipe, não se encontravam. A defesa, estava completamente frágil. Muito diferente dos Bulls. Que tem um grande vigor para defender. E eles mostraram isso. No que aliás, foram um dos fatores, que fez com que a equipe se sobressaise sobre os Celtics. Na armação comandado por Derrick Rose, Chicago também era bem superior. Como disse, aproveitavam a frouxa marcação do time de Boston e entravam como queriam na defesa adversária. Isso foi assim, durante um bom tempo. Chicago, chegou a ter o dobro dos pontos de Boston. No fim do segundo quarto, o time da casa parecia reagir. Com uma pedida de tempo, os jogadores se encontraram com um pouco mais de gás. Porém com tudo, Pierce, Garnett e Allen, não faziam um grande jogo. Rondo, era o que mais procurava o jogo. Mas, em vários momentos dessa reação dos Celtics, a precipitação atrapalhava tudo. E algumas faltas apitadas pelos arbitros, que não tiveram muitos critérios. Também brecaram essa melhorar da equipe. Quem acabou levando a diferença para 10 pontos, mas terminou o 2ª quarto com 19 pontos atrás.


Para o terceiro quarto, o jogo continuou com o mesmo panorama. Chicago seguia pegando rebotes na defesa e no ataque, com a mesma facilidade. O time de Boston, estava bastante atordoado em campo. Os erros de passes refletiam bastante isso. Porém, o jogo começou a mudar no fim do 3º período. Aonde o time dos Celtics, foi impecável. A equipe conseguiu tirar os enormes espaços que os Bulls tinham. E o melhor, o time passou a pegar bastante rebotes. Além de que, Garnett, que não havia pontuado no primeiro tempo, entrou no jogo e fez ótimas cestas. Com a incrível melhora, a torcida veio junto com o time. Os Bulls, deram um relaxada. O que normalmente acontece, pelo menos no jogos que eu vi, isso ocorreu. Para o último quarto, o time dos Celtics chegou a tirar um vantagem de 20 pontos, para apenas 1. Só que, Derrick Rose como sempre começou a decidir o jogo. Não só ele, Loul Deng também conseguiu pontos preciosos. O time de Chicago, está mostrando que nessa temporada, o time está bem maduro. E assim, a diferença voltou a aumentar. Ray Allen, que não conseguia acertar bolas de três, nesses dois últimos períodos, conseguiu belas cestas. Mas, acabou que isso não foi o suficiente para os Celtics passarem a frente dos Bulls. Que nos segundos finais, apenas administraram a vantagem.

Os principais nomes do jogo na minha opinião, foram: Derrick Rose, com 25 pontos, 7 assistência e 4 rebotes; Loul Deng, com um double-double. Pois teve 21 pontos e 16 rebotes, além de dar 2 assistência. Esse dois pelo lado dos Bulls, já pelos Celtics, Rajon Rondo se destacou mais. Também com um double-double, 14 pontos e 11 assistências. Ele ainda pegou 7 rebotes.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Knicks em dia "azarado", sofrem uma lavada dos Grizzleis.

O dia para o New York Knicks, não foi nada bom. O time que vinha de 4 vitórias seguidas, perdeu de lavada para o Memphis Grizzlies, por 94-83, fora de casa. Além de as principais estrelas de New York não terem rendido nada, Carmelo Anthony ainda saiu machucado. Um dos principais nomes dos Knicks, deixou a quadra com o tornozelo torcido. O que acabou "salvando" um pouco o time, foram os novatos. Que fizeram o seu papel. Já o time que teve a surpreendente vitória, fez uma bela exibição na defesa e no ataque. O time soube explorar os pontos fracos do adversário. E assim, os Grizzlies, terminaram com uma série inconveniente de três derrotas seguidas.

Os dois quartos iniciais, foram de um domínio considerável dos Grizzlies. A equipe da casa, conseguiu aproveitar bem, o desgaste dos Knicks. O time de New York, sofreu bastante. Já o time de Memphis, abusou dos contra-ataque. O jogo, em vários momentos, foi lá e cá. Mas, a velocidade imposta por Memphis, não era acompanhada no mesmo ritmo por NY. Quem ditava o bom jogo da equipe, era Rudy Gay. O jogador, conseguiu 18 pontos importantíssimo nesses primeiro tempo. O conjunto, também foi decisivo. Marc Gasol, apareceu muito bem, dentro do garrafão pegado vários rebotes. As três estrelas dos Knicks, não foram tão bem. Amare Stoudemire, Carmelo Anthony e Tyson Chandler, pouco brilharam nesse 24 minutos. O primeiro, só jogou o segundo período. O cansaço dessa curta temporada, está destruindo muita gente. Quem incomodou um pouco mais os mandantes, foi Anthony. Ele foi que mais deixou pontos para New York. Porém, no meu ponto de vista, as horas que o Knicks tiveram mais gás, foram quando os reservas estavam em quadra. Inclusive a diferença chegou a cair. Mas, os jogadores de New York acabaram indo para o vestiário, com um desvantagem incomoda.


Os dois períodos finais, foram de um verdadeiro atropelamento do time de Memphis. O time continuou explorando muito bem os pontos fracos de New York na partida. Sem contar, que tanto na defesa, quanto no ataque. A equipe era soberana. Conseguindo dominar com toda facilidade os rebotes. Defensivos e ofensivos. Mark Gasol, permanecia insaciável nos rebotes. Os contra-ataques da equipe, também eram fulminantes. No 3ª e 4ª períodos, foram bem mais organizados do que anteriormente. Sempre ficava três dos Grizzlies, contra um dos Knicks. E o time não perdoava. Já New York, voltou do vestiário, comentando os mesmo erros. A defesa liderada por Chandler, seguia não indo bem. E além do mais, Carmelo, principal jogador da equipe no jogo. Conseguiu se recuperar de uma pancada na mão esquerda, no início do 1º tempo. Já no terceiro quarto, ele acabou torcendo o tornozelo. Que o tirou de vez do jogo. Stoudemire, nada produzia. E vantagem de Memphis, a cada jogada, crescia mais e mais. O abatimento nos rostos de jogadores e comissão técnica, mostrava um pouco o que estava sendo aquela "surra". No fim do jogo, com muitos reservas de ambos os lados. O time de New York, diminuiu a diferença que chegou a passar de um pouco mais de 20 pontos, para apenas 11. Inclusive, no fim do último quarto, o time dos Knicks acertaram bastante bolas de três pontos. Porém, nada que fizesse com o time encostasse no placar.

Os principais destaque do jogo, foram pelo lado de Memphis: Rudy Gay, com 26 pontos, 2 assistência e 5 rebotes. Marc Gasol com um double-double. Pois fez 10 pontos e pegou 12 rebotes. E deu 5 assistência. Já pelo lado de New York, na minha opinião o destaque da equipe, passou longe de ser algum medalhão. Eu achei o Iman Shumpert, que marcou 12 pontos, pegou 2 rebotes e deu 3 assistências.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Em Orlando, Bulls dominam os Magic.

O time do Chicago Bulls, nesta sexta-feira, garantiu sua 6ª vitória seguida na temporada, contra Orlando Magic. O triunfo por 97-83, marcou o melhor início de liga, desde 96/97. A equipe na atual temporada, tem 7 vitórias e 1 derrota. O time de Chicago, soube dominar. Ou melhor neutralizar o time de Orlando. E foi só fazer uma forte marcação sobre Howard, que a equipe perdeu grande parte de sua força. E com Derrick Rose inspirado, querendo dar sempre seu melhor. Os Bulls conseguiram fazer prevalecer seu jogo, mesmo atuando fora de casa.

O jogo em Orlando, começou com o time da casa melhor. Os Magic aproveitaram-se de um início horroroso da defesa de Chicago, onde abriram uma pequena vantagem. Que logo foi empatada pelos Bulls. A equipe visitante passou a usar bastante a infiltração na defesa dos Magic. Só que na defesa, não conseguia parar o Dwight Howard, que abusava das enterradas no ataque de Orlando. Mas, o time de Chicago, tinha mais opção de ataque. A equipe comandada por Derrick Rose, haviam vários jogadores, com boa capacidade para finalizar as jogadas. Caso de Luol Deng e Carlos Boozer. Diferente do que ocorre do lado dos Magic. A equipe depende muito de Howard. E o pior, não tem ninguém para dividir as responsabilidades com ele. Então, os times dividiram a liderança em grande parte do primeiro tempo. Porém, nos minutos finais do 2ª quarto. A equipe dos Bulls, começaram a se desgarrar no placar. O que é natural, pela a equipe ser melhor. Então, acabou levando uma vantagem de 10 pontos para o vestiário. Os Magic, passaram a errar bastante. Os Bulls fizeram uma forte marcação em Howard. Isso impediu que ele aparecesse no jogo e os seus companheiros, foram um fiasco nos arremessos.


Para os dois últimos quartos, minha expectativa, era que os Bulls passeassem em quadra. Na verdade, o terceiro período começou assim. A equipe de Chicago chegou a abrir uma larga vantagem e sendo bem superior. Mas, com frequentes pedidas de tempo, o time do Orlando Magic passou a se acertar. A equipe começou a mandar bolas de três pontos com Richardson e Turkglu. Com isso, mas as raras jogadas de dentro do garrafão de Howard. Os Magic iam se aproximando do placar. Só, que a equipe pecava demais nos turnovers. E isso contra um equipe boa, acaba sempre sendo fatal. Já o Time de Chicago, encontrava mais dificuldades para atacar. Porém, seguia atrapalhando os ataques advesários. Isso fez com que a diferenças de pontos, nunca caísse totalmente. Sempre ficava pelo menos na casa dos 4 ou 5 pontos. Até que no momento que era para Orlando dá aquele gás final. O time pipocou. E como os Bulls tem Derrick Rose o MVP da última temporada. Ele mais seus companheiros, acabaram ampliando a diferença de pontos. O treinador de Orlando, tentava recuperar a equipe. Mas era nítido que o time já estava esgotado. E na hora do vamos ver, não mostrou bola. Acho que o time do Magic, foi irregular no jogo inteiro. Isso acabou sendo prejudicial para a derrota.

Os grandes nome do jogo, foram Derrick Rose pelo lado de Chicago e Dwight Howard por Orlando. Rose, teve um Double-double, com 21 pontos e 10 assistência. Ele também pegou 8 rebotes. Howard não ficou para trás. Ele também teve um Double-double, com 28 pontos e 15 rebotes. Além de dar apenas 2 assistência.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Bosh lidera o desfigurado Heat, na vitória sobre os Hawks.

A equipe do Miami Heat, foi até Atlanta enfrentar o time da casa. Sem Dwayane Wade e Lebron James. O único presente do trio de ferro de Maimi, era o Chris Bosh. E assim como nos tempos de Toronto que ele liderava a equipe, nesta partida não foi diferente. Ele jogou muito. E tudo apontava para uma vitória do time do Atlanta Hawks. Pois na última segunda-feira, a equipe em Miami venceu os Heat por 100 a 92. Com todas as estrelas em campo. E dessa vez jogando em casa e com Miamo desfigurado. Esperávamos que Atlanta fosse dar uma surra no adversário. Mas não foi isso que se viu. Vimos um jogo muito equilibrado, com direito a três prorrogações. No fim, a vitória de Miami por 116-109, fora de casa. Acabou sendo um prêmio para o craque C. Bosh.

Nos dois primeiros quartos, apesar das ausências de craques, foram bem equilibrados. O Miami sem duas das suas três estrelas. Fez um jogo bem equilibrado e até melhor em vários momentos. Mesmo assim, o time dos Hawks começaram vencendo. Abrindo uma vantagem considerável. Mas que não dizia nada. Tanto que minutos depois, os Heat liderados por Chris Bosh, a única estrela da equipe, passaram a comandar o placar. E passaram a administrar bem a posse de bola. Aproveitando bem as jogadas de ataque. Evitando precipitar arremessos. Já pelo lado de Atlanta, o ponto forte era Willie Green e o armador Jeff Teague. O primeiro então, apesar de ser reserva, foi o cestinha do jogo nesse 1ª tempo. Ele converteu ótimos arremessos. Porém, do lado dos visitantes, o poder da equipe estava no grupo. A "garotada" de Miami, conseguiu fazer valer a força do grupo e terminar vencendo os dois períodos iniciais por 54 a 49.


Na volta para o terceiro período, o Miami voltou com a defesa ainda melhor. O time fechava o garrafão e anulava qualquer jogada dos Hawks. Isso acabava resultando, em chutes precipitados do time de Atlanta. A equipe do Heat, abriu uma vantagem boa. Chegou a abrir um pouco mais de 10 pontos. Mas, a história começou a mudar, quando o calouro Ivan Johnson, de Atlanta entrou no jogo. O suplente que só havia marcado 2 pontos em toda a temporada, surpreendeu a todos e comandou a reação de sua equipe. Essa reviravolta no jogo, desequilibrou psicologicamente os Heat. A equipe voltou a se acertar, já no último período. Que no qual, foi emocionante. As duas franquias, seguiram lutando cesta a cesta pela vitória. Em algumas oportunidades, os jovens de Miami até precipitavam as jogadas. Mas, o experiente Chris Bosh, assumiu as responsabilidades nos minutos finais e conseguiu levar o jogo para a prorrogação na última bola do jogo, com uma cesta de 3. Acho que Johnson dos Hawks, tinha que ter ficado em quadra nos minutos finais do 4ª período. Ele estava incendiando o jogo. O treinador pecou nesse momento.

Pois bem, tivemos ainda mais três prorrogações na partida. Porque as duas primeiras terminaram empatadas. O jogo permanecia muito equilibrado. Era uma partida de nervos. Os dois times estavam absolutamente concentrados para a vitória. Miami teve a oportunidade de vencer logo o confronto. Mas, a bola acabava sobrando nas mãos de Mario Chalmers, que em uma oportunidade, prendeu a bola demais. E acabou o tempo com ela na mão. Atlanta também ia na base do coração. Johnson, permanecia sendo o jogador com maior possibilidade de dar a vitória para os Hawks. Só que Bosh, voltou a brilha no jogo. Ele na última prorrogação, botou o time de Miami nas costas e foi para a vitória. A defesa também segurou bem o ataque advesário. Isso resultou na vitória por 6 pontos de diferença.

Os destaques do jogo na minha opinião, foram Chris Bosh de Miami e Ivan Johnson de Atlanta. O primeiro, era a estrela solitária da noite em quadra. Mesmo assim, ele não decepcionou. Chamou o jogo para si e levou a vitória para casa. Ele foi o cestinha do jogo com 33 pontos, pegou 14 rebotes e deu 5 assistência. O segundo, é calouro e reserva. Mas, ele manteve os Hawks vivo no jogo até os instantes finais. Ele marcou 13 pontos e pegou 4 rebotes.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Bulls, os donos de Los Angeles.

O time do Chicago Bulls, está mostrando neste início de temporada, que é quem manda em Los Angeles. Pois a equipe na estréia na NBA, no último dia 25. Venceu os Lakers, no Staples Center, fora de casa. E na noite desta sexta-feira, o Los Angeles Clippers, jogavam sua primeira partida em casa na atual temporada. E acabaram sendo derrotados pelos Bulls por 114-101. Apesar da diferença de 13 pontos, o jogo foi equilibrado durante quase o tempo todo. O conjunto mais Derrick Rose, deram a vitória para Chicago. Os torcedores dos Clippers viram um show a parte de Griffin e Cris Paul. Na minha opinião, acho que os Clippers estão em um novo patamar na Liga, mas acho que ainda precisam de algumas peças importantes. O time depende muito dos dois jogadores citados.

Os dois quartos iniciais foram de um equilíbrio tremendo. Apesar de o os Bulls terem saído, com o uma pequena vantagem. Mesmo assim, quem começou ditando o ritmo do jogo, foi os Clippers. A equipe de Los Angeles, impôs um ao adversário, uma velocidade incrível. E o Chicago, parecia estar sofrendo um "apagão". A equipe dos Clippers, abriram 7 a 0 no início. Mas, após um tempo técnico, a equipe dos Bulls se encontraram em quadra. O time liderado por Derrick Rose, começou a encaixar bem os ataques. Outro ponto para se destacar nesses dois primeiros períodos, foram a as defesas. Os sistemas de marcação dos times, foram bem fracos. Deixaram os rivais, com muitos espaços os arremessos. Quem aproveitou muito isso, foi Griffin. O jogador de Los Angeles, deu uma verdadeiro show dentro do garrafão. Eu esperava um pouco mais de Cris Paul, que foi discreto até então. Joakim Noah do Chicago, ajudou bastante a equipe. O que pesou para que a equipe dos Bulls terminasse com a 55 a 52 no primeiro tempo, foi organização. O que em certos momentos, faltou aos Clippers.


Se nos períodos, anteriores Cris Paul não apareceu tanto. Ele nos dois últimos quartos, foi muito mais brilhante. Mesmo assim, não adiantava muito. Ele e Blake Griffin, faziam uma excelente partida. Mas, a equipe dos Clippers, vivia no jogo, do talento dos dois. Ao contrário dos Bulls. Que é uma equipe muito mais sólida. Principalmente na defesa. Além disso, Derrick Rose, estava jogando como nunca. Ou melhor, como sempre. O melhor jogador da temporada passada, foi com tudo para cima da frágil defesa de Los Angeles. O cenário do confronto, permaneceu equilibrado, durante todo o tempo. Porém, essas séries de fatores que eu citei acima, acabou determinando a vitória para Chicago. Que no 4ª período, teve sua defesa no melhor momento no jogo. E sua ataque, começou a acertar bolas de três pontos, o que era foi um pouco raro para a equipe no segundo tempo. Então, o time dos Bulls, conseguiram abrir uma diferença de 10 pontos, que terminou com 13. Não achei que o Clippers fizeram um mal jogo. Mas a vitória acabou indo, para a equipe que é melhor armada em quadra. Que depende sim, de um jogador, mas acima de tudo, tem um grupo forte.

Os grandes nomes da partida, fora Derrick Rose (Chicago), Cris Paul e Blake Griffin (Los Angeles). O primeiro então, foi um monstro. Ele fez um duble-duble. Pois fez 29 pontos e 16 assistências, além de pegar 8 rebotes. O segundo e o terceiro, também fizeram duble-duble. Paul, com 15 pontos, 14 assistências e 4 rebotes. Já Griffin, o cestinha do jogo com 34 pontos. Ele também, pegou 13 rebotes e deu 3 assistências.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O espetacular Durant, espanta o fantasma chamado Mavericks.

A equipe do Oklahoma City Thunder, que havia sofrido a derrota na final da conferência oeste nos playoffs da última temporada, para o Dallas Mavericks. A equipe, afastou esse fantasma, nesta quinta-feira, com a vitória por 104-102, jogando diante de seu torcedor. Mas, a vitória teve um gosto ainda maior, por ser no último segundo de jogo. Com uma cesta de 3 pontos do espetacular jogador Kevin Durant. Pode ter certeza, ele irá fazer história na NBA. É impressionante como ele tão novo, porém, já é decisivo. O Dallas, jogou muito bem. Os atuais campeões, enriqueceram ainda mais o show. A equipe foi valente até o final, comandada por Dirk Nowitzki. Lembrando que, a equipe dos Mavericks, somam sua terceira derrota, em três jogos. Há 40 anos, que o campeão, não perde os primeiros quatro jogos. Será que Dallas irá quebrar esse record negativo ? Eu particulamente, acho que não!

Os dois primeiros quartos, foram de um domínio inicial do Dallas e terminou com o Oklahoma melhor. Os Mavericks não quiseram nem saber se estavam jogando fora de casa. No primeiro período, a equipe foi com tudo para cima. Aproveitou-se que a defesa dos Thunder não estava marcando tão bem e o ataque pouco eficiente. O time logo abriu uma vantagem de 10 pontos. As principais jogadas, eram com infiltrações na zaga advesária. Quem mais se destacava nesse ótimo momento do time, era Delonte West e Nowitzki. Mas, aos poucos, a equipe foi perdendo a supremacia dentro do confronto. Logo o Oklahoma comandado por Durant, foi se acertando e melhorando no jogo gradativamente. Russell Westbrook, que havia feito uma péssima partida na noite anterior, também começou a acertar as jogadas. Isso fez com que os donos da casa, chegasse ao empate e até mesmo virada. O Dallas voltou a passar a frente. Os atuais campeões, providos de bastante experiência, conseguiram boas cesta de três pontos. Mas a juventude dos Thunder, com Ibaka, Durant e Harden. Fez com que a equipe abrisse uma ótima vantagem próximo ao fim do 2ª período. Mas, nos minutos finais, o Dallas deu um gás e converteu alguns pontos importantes, explorando bem o garrafão. Mesmo assim, fechou o 1ª tempo, perdendo por 52 a 56.


Os dois últimos períodos, tiveram o mesmo panorama do 1ª tempo. As duas equipes se alternaram bastante no comando do jogo. O Oklahoma City no terceiro quarto, teve bastante Turnovers. Isso deixou o time muito inseguro no duelo. Com tantas posses de bolas perdidas, a liderança do jogo, acabou voltando para os Mavericks. Que aproveitavam o nervosismo dos Thunder. Que é um excelente grupo, mas por serem jovens demais, comete alguns erros infantis durante o jogo. O Dallas, aproveitou bem as falhas adversárias. Porém, a equipe do Thunder, começou a acertar bolas de 3 pontos. Isso mudou novamente o jogo de figura. A equipe dos Mavericks que estavam acertando tudo, passaram a errar arremessos com mais frequência. Ao contrário do oponente. Só, que os "velhinhos" de Dallas, como por exemplo, Jason Kidd recolocaram a equipe na frente. Mas, o espetáculo era tão bom, que a cada ataque, um time passava a comandar o jogo. Inclusive Westbrook, que havia voltado a jogar bem, mas do nada, caiu bruscamente de rendimento no jogo. Ele fez pontos decisivos para Oklahoma no 4ª período. Um verdadeiro show de basquete. Até que, Ibaka, teve a oportunidade para matar o jogo, em dois lances livres. O jogador de Congo, não converteu nenhum. Isso, deu chances de vitória para os Mavericks. Que tem exímios chutadores de três pontos. E com um pouco mais de 9 segundos, Dirk Nowitzki deu uma linda assistência para Carter. A equipe, passou a ter um ponto de vantagem. Eu achava, que Oklahoma não conseguiria virar o jogo. Principalmente por faltar apenas 1 segundo para o final. Mas, quando se tem em quadra Kevin Durant, temos que esperar tudo. Ele mandou uma bola de três pontos fantástica. Que levou seu torcedor ao delírio. Sacramentando a vitória dos Thunder.

Os principais destaque do jogo, na minha opinião foram três nomes. Kevin Durant claro, não só pela cesta de três pontos no último segundo, mas pela consistência durante toda a partida. Mesmo quando sua equipe, não estava bem. Ele foi o cestinha do jogo, com 30 pontos, teve 6 assistência e 11 rebotes. Outro, foi o chamado sexto jogador de Oklahoma. Que é o James Harden. Ele fez 15 pontos, deu 4 assistências e 4 rebotes. Já pelo lado de Dallas, o grande destaque, foi o alemão Dirk Nowitzki. Que foi o cestinha de sua equipe, com 29 pontos, além de dar 4 assistência e pegar 10 rebotes. 

domingo, 25 de dezembro de 2011

Knicks em "nova" fase, batem o seu rival Celtics.

A equipe do New York Knicks, que vivem um novo momento na NBA. Venceram neste domingo, pela rodada inaugural da nova temporada da Liga o Boston Celtics por 106-104. O jogo foi emocionante até os minutos finais. Foi um belíssimo presente de natal para todos os fãs do melhor basquete do mundo. A equipe dos Knicks que investiram pesado, para não somente figurar na competição, mas sim buscar o título. A equipe conta agora com Carmelo Anthony e Tyson Chandler. Além de já ter Amere Stoudemire. E os jogadores que compõe o time. Como T. Douglas e L. Feilds. Pelo que vi, essa equipe tem tudo para chegar longe. Já os experientes de Boston, fizeram um excelente partida, em especial no 2º tempo. E mesmo com a ausência de Paul Pierce. Acho que essa batalha na Atlântico, vai ser animadora entre essas equipes. A vitória foi importante para os Knicks, pois nos últimos 22 encontros das duas franquias, eles só haviam vencido 2 jogos. Será início de uma nova fase? Tem tudo para ser!

O jogo entre Nicks e os Celtics, começou equilibrado. Porém, não demorou muito, para a equipe de New York deslanchar no jogo. Só que nem foi as três principais estrelas, que comandaram essa disparada da equipe. E sim, os coadjuvantes Toney Douglas e Landry Feilds. A vantagem foi se abrindo, no primeiro período. Até chegar a 10 pontos. O veterano time de Boston, apenas olhava o seu rival jogar. Ray Allen, sofria um boa marcação. O único que se destacou de forma positiva, foi Rajon Rondo. O armador da equipe, ia para cima, cava faltas e convertia as cestas. Mas foi no segundo período, que a vantagem esteve maior. Chegou a 16 pontos, como Knicks voando em quadra. Enquanto do outro lado, havia uma equipe que como definiu seu treinador em uma parada técnica, "estava amaciando apenas o adversário". Não estava jogando com tanta vontade. Após essa leve bronca, a equipe reagiu um pouco no jogo, mas não o suficiente para encostar no placar. 


O segundo tempo, pegou fogo! O jogo foi decido apenas no final. Mas antes disso, com a vantagem que tinha, os Knicks voltaram muito desatentos para o terceiro período. A equipe começou a forçar arremessos desnecessários, que acabou não caindo. E diferentemente do 1º tempo, a equipe do Boston, passou a pegar muito mais rebote. Tanto na defesa, quanto no ataque. Quem mais foi responsável por isso, foi Brandon Bass, que pegou 11 rebotes. Ray Allen, que sofria uma forte marcação anteriormente, conseguiu mais espaços. E Rondon, livre, conseguiu ótimos ataques para os Celtics. Isso, fez com que a diferença de 10 pontos para New York, fosse igualada e aumentada para também 10 pontos, para Boston. Uma virada incrível. Mas, no último período do jogo, Carmelo Anthony, chamou a responsabilidade para si. Então, o time dos Knicks, voltaram a crescer no jogo e a encostar no placar. Amare Stoudemire, também foi importantíssimo nessa reação de New York. A experiência de Boston, mantinha o time vivo no jogo. Sempre com pelo menos dois pontos a frente. Mas, nos segundos finais, New York passou a frente. E com dois pontos a menos, faltando um pouco mais de 4 segundos, Kevin Garnett não conseguiu empatar o jogo,  na tentativa de leva-lo ao overtime. 

O grande destaque do jogo, pelo lado de New York, acabou sendo Carmelo Anthony. O jagador foi decisivo para a vitória de sua equipe. Principalmente nos dois últimos quartos. Ele terminou o jogo com cestinha, com 37 pontos. Pelo lado de Boston, quem melhor apareceu, foi Rajon Rondo, que durante quase todo o confronto, foi cestinha da partida. Mas terminou, como maior pontuador de sua equipe. Com 31 pontos.

domingo, 22 de maio de 2011

Em um jogo que era fácil, mas se tornou difícil. O Dallas vence o Oklahoma.

A equipe do Dallas Mavericks venceu o time do Oklahoma City Thunder, na casa do Thunder. Devolvendo a quebra de mando de campo. A partida terminou 93 x 87 para o Mavs. Agora a série da final da conferência Oeste fica 2 a 1 para o Dallas. Um record negativo para a equipe do Thunder, foi 14 tentativas de bolas de 3 que não caiu. Um fato lamentável para franquia. 


O primeiro quarto teve um atuação quase perfeita do time do Dallas. A equipe conseguiu marcar bem, levando apenas 12 pontos no período. E não desperdiçou os ataques. Já o Oklahoma, esteve muito mal no setor ofensivo, e péssimo no defensivo. 


No 2° período o Dallas continuou melhor, só que menos eficiente no sistema defensivo. Tendo a considerar a melhora da equipe do Thunder na partida. Mesmo assim, a equipe sentiu muito a falta de inspiração de Kevin Durant. O Mavs então, fechou o 1° tempo com uma grande vantagem.


O 3° quarto o time do Mavs conseguiu manter sua vantagem de 20 pontos, durante bom parte do tempo. Mas, chegando perto do final do período, o Dallas começou a errar alguns ataques e o Thunder começou a entrar no jogo. O resultado disso, foi Thunder ter vencido o período por 18 a 20, e ter diminuido a diferença para 14 pontos. 


O último período o Thunder conseguiu fazer o que não havia feito durante todo o jogo. Defender e atacar com a mesma eficiência. Porém, acabou precipitando em alguns ataques, no qual teve a chance de igualar o placar. Mas no momento ruim, aparece o craque. Então, Dirk Nowitzki, que não fez uma partida brilhante. Porém, fez pontos decisivos para garantir a vitória para o Mavericks. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Oklahoma vence, e deixa tudo empatado na série contra o Dallas.

O time do Oklahoma City Thunder venceu o Dallas Mavericks, jogando fora de casa. O que tem um peso muito grande na disputa da final da conferência Oeste. Já que eles voltam a se enfrentar sábado, em Oklahoma. O time do Thunder contou com os talentos de Kevin Durant e James Harden para vencer o jogo. Dirk Nowitzki, foi o cestinha da partida, porém isso não foi o suficiente para evitar a derrota por 106 a 100.


No primeiro quarto Dirk Nowitzki e Cia embalados pela vitória conquistada no último jogo, foram para cima. E com isso encontrou um Thunder um pouco devagar em quadra. Mavs então terminou o 1° período na frente. 


Só que no segundo período o jovem astro da NBA chamou o jogo para si. Kevin Durant que havia feito uma boa partida no 1° jogo. Conseguiu repetir o feito, e levou o Thunder em vantagem para o intervalo. 


O terceiro período, foi as duas equipes se alternando bastante nas pontuações. Começou com uma arrancada do Thunder, na sequência o Mavs fez 8 pontos seguidos empatando o jogo. Logo depois o Thunder novamente colocou mais 6 pontos na conta. Com o jogo a todo vapor, James Harden conseguiu um ataque de 4 pontos que levou Oklahoma com 1 ponto de vantagem para o último período. 


No 4° período o Thunder permaneceu na frente. O time teve consistência tanto na defesa quanto na ataque. O que acabou faltando no 1° jogo. O Dallas tentava se manter sempre perto do placar, principalmente com as jogadas de Dirk Nowitzki. Porém a defesa deixava um pouco a desejar. Com isso a vitória do Thunder foi muito merecida. 


Agora a série melhor de 7 está empatada em 1 a 1. As duas equipes voltam a se enfrentar na sábado. Pelo 3° jogo da série do Oeste.