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domingo, 28 de fevereiro de 2016

[MLS] Com quatro gols do zagueiro Hines, Orlando City atropela o Bahia por 6 a 1 em amistoso

Foto: Divulgação/Orlando City
Na noite deste sábado (27), no Citrus Bowl, na Flórida, o Orlando City recebeu o Bahia em um amistoso de preparação para a temporada da MLS, que começa no próximo fim de semana. O Tricolor de Aço saiu à frente do placar, mas depois, foi um verdadeiro show de assistência de Kaká e um artilheiro inusitado brilhando, o zagueiro Seb Hines, que marcou quatro gols, na goleada por 6-1. 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

[FLORIDA CUP] Com tranquilidade, Schalke vence Fort Lauderdale Strikers em estreia de torneio amistoso

Foto: Schalke 04
Na noite deste domingo (10) foi dado o ponta pé para a Florida Cup, torneio realizado para as equipes iniciarem sua pré-temporada ou intertemporada, como os times europeus, por exemplo. O Fort Lauderdale Strikers, único representante dos Estados Unidos, enfrentou o Schalke 04, da Alemanha, e perdeu por 2-0, no ESPN Wide World of Sports Complex, na Florida.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

[AMISTOSO] Em novo duelo de seleções olímpicas, Brasil goleia os Estados Unidos

Créditos: Fernando Torres/Paysandu
Na última quarta-feira (12), as seleções olímpicas do Brasil e Estados Unidos se enfrentaram em Recife. Na ocasião, deu vitória brasileira. Já na tarde de domingo (15), em Belém, no estádio Mangueirão, os canarinhos golearam os norte-americanos por 5-1 no último teste em 2015. 

domingo, 15 de novembro de 2015

[MLS] Em comemoração aos 120 anos do Flamengo, Orlando City complica e quase estraga a festa

Foto: Orlando City
As férias antecipadas após o fim da temporada regular da MLS e a não ida aos Playoffs, permitiu que o Orlando City pudesse participar da festa do aniversário de 120 anos do Flamengo, comemorado neste domingo (15). O amistoso festivo aconteceu no Maracanã e terminou com vitória Rubro-Negra por 1-0, gol de Luiz Antônio, aos 24 minutos do segundo tempo. 


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

[AMISTOSO] Em confronto de seleções olímpicas, Brasil vence os Estados Unidos por 2 a 1

Em preparação para as Olimpíadas do Rio-2016, as seleções olímpicas de Brasil e Estados Unidos se enfrentaram na noite de quarta-feira (11), na Ilha do Retiro, em Recife, que terminou a vitória brasileira por 2-1. Os gols foram marcados por Gabriel Barbosa, aos 42 minutos do primeiro tempo. Com um minuto da etapa final, Luan fez o segundo, e, aos 13, Kiesewetter descontou para os estadunidenses. 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

[MLS] Em comemoração aos 120 anos de história, Flamengo anuncia amistoso com Orlando City no Maracanã

No próximo dia 15 de novembro, o Flamengo comemora 120 anos de história e muitas glórias no futebol brasileiro e internacional. A equipe rubro-negra vai realizar um amistoso comemorativo nesta data contra o Orlando City, da Major League Soccer, onde atua o brasileiro Kaká. A partida vai acontecer no Maracanã, às 15h30, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (27).

quinta-feira, 23 de julho de 2015

[USMNT] Estados Unidos anunciam amistoso contra a Seleção Brasileira no Gillette Stadium

Um dia após ser eliminado da Copa Ouro de forma surpreendente para a Jamaica, os Estados Unidos anunciaram um amistoso contra a Seleção Brasileira no dia 8 de setembro, no Gillette Stadium, em Boston. 

[AMISTOSO] Toronto FC sofre derrota para o Sunderland, com dois gols de seu ex-atacante

A quarta-feira (22) marcou o reencontro de Defoe com o Toronto FC, no amistoso realizado na casa dos Reds, no BMO Field. Agora jogador do Sunderland, o atacante foi decisivo e anotou dois gols na vitória de 2-1 dos britânicos sobre o TFC, em partida amistosa. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

[ICC] Diante de 94 mil pessoas no Rose Bowl, Barcelona vence LA Galaxy em primeiro jogo na temporada

Campeão de tudo na temporada que se encerrou, o Barcelona inaugurou a nova com vitória sobre o Los Angeles Galaxy por 2-1, no Rose Bowl, em partida do International Champions Cup, um torneio amistoso realizado nos Estados Unidos. Mais de 94 mil torcedores foram ao estádio assistir a batalha entre o atual campeão da UEFA Champions League e o vencedor da MLS Cup 2014, na noite de terça-feira (21). O Galaxy atuou com o time titular, mas não foi páreo para o ainda desfalcado Barça.

[ICC] Manchester United vence com tranquilidade o San Jose Earthquakes na Califórnia

O Manchester United não teve muita dificuldade para vencer o San Jose Earthquakes por 3-1, no Awaya Stadium, na Califórnia, em partida válida pelo International Champions Cup - um torneio de pré-temporada realizado nos Estados Unidos. Apesar de jogarem com o time titular, os Quakes não mostraram o seu melhor futebol na noite de terça-feira (21). 

[Amistoso] Em partida cheia de gols, Portland Timbers vence o Newcastle

Em pré-temporada nos Estados Unidos, o Newcastle, da Inglaterra, enfrentou na terça-feira (21) o Portland Timbers, no Providence Park. A franquia da MLS aproveitou o fator casa e venceu por 4-3, com a equipe reserva os ingleses. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O plano individual do Brasil contra Portugal, foi melhor que o coletivo.

Após vencer a Austrália demonstrando um bom jogo coletivo, nessa terça-feira (10), diante de Portugal em Boston, já achei o contrário. A seleção brasileira contou muito mais com o plano individual, principalmente, de Neymar, que foi autor de um lindo gol e uma assistência, na vitória por 3-1. Ainda assim, num contexto geral, o Brasil foi bem, conseguiu dominar durante 80% do jogo os lusitanos e fez por merecer o placar positivo.

Felipão mandou o Brasil a campo, com a mesma disponibilidade tática do jogo anterior, o esquema 4-3-3, que variava para o 4-2-3-1 também. Entre os onze jogadores, apenas o lateral esquerdo Marcelo não jogou, devido a lesão sofrida, em seu lugar atuou Maxwell. 

Durante o primeiro tempo a partida foi muito pegada e violenta, em especial, nos 20 primeiros minutos. O brasileiro Neymar foi o grande alvo dos zagueiros portugueses, principalmente, de Pepe e Bruno Alves. E fora isso, dentro de campo não havia uma equipe predominante sobre a outra, o Brasil buscava a iniciativa do jogo, mas não estava mostrando uma organização para atacar. Os homens de frente encontravam-se muito distantes uns dos outros, além de utilizar pouco o setor esquerdo de ataque.

Já Portugal ficava na sua, esperando os bons momentos para atacar os canarinhos. O técnico Paulo Bento usou o esquema 4-2-3-1, com apenas Nélson Oliveira na frente. O meio de campo possuía jogadores de grande categoria, como Nani, Moutinho, Meireles e Vierinha, e eles estava aproveitando os espaços cedidos pelo sistema defensivo brasileiro e criando oportunidades, até que Maicon recuou errado para Julio Cesar, e Meireles abriu o placar.

O selecionado brasileiro sentiu um pouco, entretanto, Neymar queria jogo e nem mesmo as pancadas conseguiam o parar. Até que 8 minutos depois, o camisa 10 bateu o escanteio com extrema perfeição e Thiago Silva empatou o cotejo. Nesse momento, o Brasil começou a crescer e a controlar os portugueses. Mesmo, não ocorrendo as tabelas que vimos no sábado (07), por exemplo. Só que Neymar queria jogo, e ainda na primeira etapa, marcou um golaço, passando como queria entre os defensores lusitanos.


Antes do intervalo, Portugal teve uma grande oportunidade com Nani de cabeça. Já no Brasil, Jô, Bernard e Paulinho perderam excelentes chances, praticamente de dentro do gol. Mas, com apenas cinco minutos da segunda etapa, o artilheiro Jô mais uma vez balançou as redes, após receber passe preciso de Maxwell. 

Nessa altura, com o jogo 3 a 1, tudo já estava basicamente resolvido, porque Portugal não demonstrava forças para diminuir e muito menos empatar. O duelo então caiu em um grande marasmo, pois os brasileiros começaram a ser poupar e ficaram esperando o adversário. Foi o momento em que Felipão buscou alternativas no banco de reservas e testou alguns jogadores, além de disponibilidades táticas. A melhor amostra disso, foi a entrada de Hernanes e Oscar, que formaram dois meias de criação, e mais tarde, Henrique entrou no lugar de Paulinho, desempenhando a função de volante/líbero. 

Como eu já disse, em um contexto geral o Brasil foi bem, mas a individualidade foi determinante para o resultado, ou seja, a genialidade de Neymar. 

sábado, 7 de setembro de 2013

Treino de luxo do Brasil rende boas dúvidas para o Felipão.

Em jogo amistoso no dia da Independência brasileira e atuando na Capital Federal, o Brasil recebeu o selecionado australiano, que não ofereceu perigo algum e foi facilmente goleado por 6-0. A partida foi num contexto geral, um excelente treino de luxo para os comandados de Luiz Felipe Scolari. Que com as ausências de alguns titulares da Copa das Confederações, os substitutos entram e deram conta do recado - como os casos de Ramires e Bernard - isso dá ao Felipão boas peças para o elenco e dúvidas sobre as titularidades.

Durante a semana que procedeu o amistoso, a seleção brasileira perdeu alguns nomes com lesões, como Oscar, Hulk, Daniel Alves e Fred - todos eles titulares absolutos até então - mas depois do jogo de hoje (07), já não podemos cravar isso. Nos lugares de cada um entraram respectivamente Ramires, Bernard, Maicon e Jô. O que é estranho, e vem acontecendo desde a Copa das Confederações é a perda de espaços de Lucas. Ele nitidamente não consegue render dentro de campo e já perdeu o posto de reserva imediato para Bernard, prova disso foi a escalação como titular do mineirinho.

Dentro de campo, o Brasil foi armado no 4-3-3, um pouco diferente do 4-2-1-3 jogado por Luiz Felipe desde sua volta a seleção. Particularmente, gostei do que vi. A Austrália joga naquele tradicional futebol britânico, sempre com duas linhas de 4 jogadores, além de ser um time alto, forte fisicamente e lento. Para "furar esse ferrolho", era necessário inteligência e velocidade. Foi exatamente assim que o Brasil jogou.

A marcação forte no campo de ataque, é uma característica carregada da Copa das Confederações, foi outro ponto positivo, e o gol no início dos jogos, que marcou aquela campanha vitoriosa. Dessa vez, Jô mostrou um grande oportunismo e abriu o placar.

Esmiuçando mais o esquema tático, Ramires caía pela direita com Bernard e ainda tinha a chegada do Maicon. Apareceram ali, ótimas jogadas e triangulações, tanto que foi desse setor que saiu o segundo gol, com Bernard dando assistência para Jô, relembrando os tempos de Atlético Mineiro. Na outra ponta, Neymar, Paulinho e Marcelo eram os responsáveis pelas jogadas mais criativas. Após os 25 minutos, Paulinho e Ramires passaram a inverter de posição, criando mais alternativas e complicando para a marcação australiana. Tanto que ainda no primeiro tempo, Neymar fez o terceiro gol brasileiro.

Para o segundo tempo, o Brasil voltou marcando forte na frente e a Austrália sem saída de jogo. O lateral esquerdo Marcelo acabou saindo do jogo por conta de um estiramento na coxa, em seu lugar entrou Maxwell. Que foi o responsável pelo cruzamento na cabeça de Ramires, que fez o quarto gol e corou sua volta a seleção. Vale destacar o meio-campista do Chelsea, que deixou o primeiro tempo tendo acertado 92% dos passes. É uma grande peça que Felipão terá para armar o time.

Após a goleada já garantida, Luiz Felipe Scolari passou a fazer mais testes na seleção. Colocou Lucas, Pato, Hernanes e Dante, nos lugares de Bernard, Jô, Paulinho e David Luiz respectivamente. Mais tarde, ainda colocou Marcos Rocha no lugar de Maicon. A entrada de Lucas deu para compreender porque ele vem perdendo créditos com o treinador. Não sei se ele sente o peso da camisa, ou não tem confiança suficiente para desenvolver belo futebol que tem. Que também vive esse dilema, mas tem uma estrela gigantesca, é Alexandre Pato, que fez o quinto gol dá vitória. E Luiz Gustavo fechou a conta.

O adversário era fraco, mas o selecionado nacional transformou a partida em um nível mais fácil. E o principal, Felipão pode notar que conta com um grupo, não somente 11 jogadores. Diante de Portugal, em Boston, poderemos ver o Brasil em um teste contra um adversário mais qualificado.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Diante de 95 mil Fãs, Liverpool derrota Melbourne Victory.

É impressionante o quanto de fãs espalhados pelo mundo, alguns clubes europeus possuem. E o Liverpool, podemos afirmar que pertence a esse grupo, porque na Austrália, a equipe levou mais de 95 mil pessoas ao estádio para assistir ao amistoso de pré-temporada contra o Melbourne Victory, clube local. Basicamente 90% dos torcedores trajavam blusas dos Reds e cantavam e incentivam o time, parecia que o duelo era em Anfield Road, e terminou com a vitória de 2-0 para os ingleses.

O confronto nem parecia ser de pré-temporada, os dois times começaram bem ligados e exercendo uma marcação muito forte. O Liverpool não contava com Luis Suáres, que estava no banco de reservas, o brasileiro Philippe Coutinho, também não participou da partida. Mesmo assim, o time desempenhou um bom papel, e mostrou um vigor físico impressionante.

Esse elenco do Liverpool me agrada bastante, entretanto, é extremamente jovem - tem média de idade de 22,9 anos - ou seja, é o melhor sub-23 da Europa. A velocidade e o toque de bola que vinha impondo ao jogo, era um misto da filosofia do treinador Brendan Rodgers e juventude do time. Que apesar de entrar e sair geração, Steven Gerrard permanece como "cérebro" dentro de campo. E foi ele o autor do gol que inaugurou o placar. 

A vida dos britânicos não era das mais tranquila, porque o time australiano estava bem armado dentro de campo e sabia tocar a bola. A formação 4-4-2 compacta, exigia bastante do Liverpool, que teve um bom teste. O esquema posto em campo por Rodgers, inicialmente era o 4-2-3-1, porém, variava muito para o 4-3-3.

Quem apareceu pouco no primeiro tempo e somente na segunda etapa mostrou seu valor, foi o jovem atacante Borini, que teve duas excelentes finalizações. Henderson também produziu pouco ofensivamente, até porque, ajudou a recompor o meio de campo com frequência.

Um setor que o Liverpool mostrou fragilidade foi nas laterais, mas Johnson se concertou rapidamente após alguns vacilos, a presença de Allen, também o ajudou. Já na esquerda, José Henrique ficou perdido e em diversos momentos, sofreu com os atacantes do Melbourne. O time australiano por sinal criou duas belas chances logo no início do segundo tempo, mas o goleiro Brad Jones se saiu bem.

Na metade da segunda etapa, Rodgers mexeu por atacado e trocou basicamente o time inteiro. Entre os que entraram, estava Suárez, que pretende deixar o Liverpool, proposta é o que não falta. O jogo ganhou um certo "ar de desinteresse", mas no último lance, Luisito fez uma bela jogada individual e Iago Aspas marcou o segundo e encerrou o placar.



O Liverpool foi muito bem nesse amistoso e no domingo (28), o clube enfrentará um combinado tailandês.

Em tour pelo sudeste asiático, Chelsea vence o All-Star da Indonésia.

Assim como diversos clubes europeus, o Chelsea vem fazendo um tour pela Ásia, na busca de se preparar para temporada e, principalmente, expandir a marcar. Nessa excursão pelo sudeste asiático, já foram dois jogos, com duas vitórias e nessa quinta-feira (25), mais um resultado positivo. Os blues venceram por 8-1, o combinado da liga da Indonésia, ou para quem curte esportes americanos, uma espécie de All-Star.

O time que José Mourinho colocou em campo, está longe do ideal, porque alguns jogadores permanecem de férias por causa da participação na Copa das Confederações, nomes como: Mata, Oscar, David Luiz, Mikel, Fernando Torres e Azpilicueta, que na ordem natural, são titulares. Mas, deu para ver um time se movimentando bem e conseguindo tramar boas jogadas - lógico que a fragilidade do adversário colaborou - mas, o Chelsea fez sua parte.

No início, os jogadores locais estavam explorando bem a correria e chegaram até a arrumar algo pelo setor direito. Porém, foram se cansado e os ingleses passaram a se divertir dentro de campo. Quando estava sem a bola, o Chelsea marcava no 4-1-4-1 e quando atacava, ia para o 4-2-3-1, com Hazard sendo o grande pensador do time. Moses apareceu bem pelo lado direito do meio de campo, sendo sempre uma ótima opção de passe. 

Já o brasileiro Ramires explorou muito bem a frágil marcação e subia como queria para o ataque. O outro brasileiro em campo, o lateral direito Wallace, esteve muito inseguro na partida. Cometeu algumas faltas bobas e perdeu duas boas oportunidades no ataque. Mas, acredito que seja imaturidade por ser jovem, com tempo ele certamente será um bom valor para essa equipe.

Nos primeiros 45 minutos, os londrinos fecharam a conta com 4-0, sendo o primeiro gol marcado por Hazard de pênalti. Quando a "porteira" se abriu, ficou fácil e Ramires, Demba Ba e Terry fizeram na sequência. 

A etapa final, Mourinho usou para fazer experiências e promoveu a entrada de diversos jogadores. Com por exemplo, a de Traoré que fez o quinto e a do atacante Belga Lukaku, que encerrou a goleada marcando os dois últimos gols. Além deles, Lucas Piazon também teve a oportunidade de jogar, mas pouco mostrou de efetivo. O técnico português modificou praticamente o time inteiro. E já nos minutos finais, o All-Star local, fez o seu tento de honra, com o camisa 10 Greg, que produziu a jogada e o defensor Kalas desviou contra. Foi a cereja que faltava para festa do povo da Indonésia.


Agora, o Chelsea viaja para os Estados Unidos, onde realizará uma série de amistosos.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Casemiro volta a marcar e evita derrota do Real Madrid para o Lyon.

Após vencer o Portsmouth no final de semana, o Real Madrid teve uma parada bem mais complicada dessa vez, enfrentou o Lyon, na França. Os franceses chegaram a abrir 2-0 no placar, só que no segundo tempo, os merengues "acordaram" e conseguiram buscar o empate, com o gol do brasileiro Casemiro, repetindo o feito da última partida. O ex-jogador do São Paulo vem ganhando muita moral com o novo técnico Carlo Ancelotti.

As duas equipes travaram bons duelos em anos anteriores na UEFA Champions League, foram 10 confrontos, com três vitórias para cada lado e quatro empates. E nessa partida amistosa, o Lyon já vinha em reta final de preparação, porque na próxima semana, tem um importante encontro pelos playoffs da UCL. Enquanto o Real, ainda vem num ritmo mais lento. Por causa disso, os franceses começaram o jogo a todo vapor.

Empurrado pela torcida que lotava o estádio, o Lyon começou a criar boas oportunidades com Lizandro Lopez e Lacazette. Os dois abriam bem pelos flancos e observam sempre as chegadas de Grenier, que por sinal, fez um gol antológico após cruzamento de Lacazette. Uma verdadeira obra-prima, contra o Real Madrid. 


O time espanhol não conseguia segurar a bola no ataque, e o meio de campo não trabalhava. A equipe só foi começar a jogar efetivamente, quando viu que tinha que correr para empatar o jogo. Os jogadores que formavam a zona central do campo eram: Illarramende, Isco e Özil, ambos não conseguiam trocar três passes seguidos na frente e Cristiano Ronaldo estava sumido na direita. Lugar no qual, não estamos acostumados a vê-lo, porque originalmente, ele atua na esquerda. Além disso, Benzema pouco demonstrava perigo a defesa adversária.

Antes do intervalo, mais precisamente aos 34 minutos, Ancelotti sacou Illarramende para por o brasileiro Casemiro. Isso foi o início da mudança, porque ele entrou como primeiro volante e passou a dar mais segurança ao meio de campo. Que para a volta do segundo tempo, o Real Madrid já estava controlando e mostrava-se mais seguro dentro da partida. Enquanto o Lyon, jogava nos contragolpes, e na melhor aparição no ataque, Lizandro Lopez marcou o segundo para os mandantes.

O jogo estava basicamente perdido, mas penso eu, que em um amistoso de pré-temporada, o menos importante é o resultado e sim, o que a equipe vem produzindo. Ancelotti começou a colocar os jogadores do banco para jogarem, como o caso de Modric, Khedira e até o jovem valor Morata. Deu certo, o Real Madrid ficou mais encorpado e passou a produzir, o que não estava acontecendo. Resultado disso, foi o gol de pênalti de Morata e já no fim, Casemiro empatou de cabeça.

O Lyon mostrou um time bem mais preparado, entretanto, já vem treinando a mais tempo. Acho que pode arrumar algo bom nessa temporada. Já o Real Madrid deverá sofrer com algumas pequenas reformulações e vejo no caminho certo. 

Bayern vence o reencontro de Guardiola com o Barça.

Fazendo ainda acertos e ajustes para a temporada que se iniciará no próximo mês, Bayern Munich e Barcelona se enfrentaram, na Allianz Arena. Um amistoso de pré-temporada, que marcou o reencontro de Pep Guardiola com o Barcelona, e o técnico acabou levando a melhor sobre o ex-clube, com um triunfo de 2-0. Mas, os catalães estavam praticamente com a equipe reserva em campo, diferente dos alemães, que possuíam todas as peças a disposição.

Nos primeiros trinta minutos de jogo deu para ver o que Guardiola já está implantando no super time do Bayern. O que já era muito bom, provavelmente irá melhorar. A marcação adiantada, forçando o erro do adversário foi mantida, o toque de bola passou a ser mais praticado e até mesmo, de forma exagerada, assim como era o Barça de Pep. As infiltrações nas diagonais e a inversão de jogo, também eram nítidas. E outro fator, foi a ausência de um centroavante, o ataque foi composto por Müller, Ribéry e Robben, que se revezavam bastante e ainda, tinham a chegadas dos meias.

O que eu gostei também nos bávaros foi a chegada dos meias no ataque, principalmente, a de Thiago Alcântara, que também é ex-jogador do Barcelona.

A equipe alemã criou boas oportunidades de gols no primeiro tempo, porém, apenas uma delas foi aproveitada e Lahm marcou de cabeça, no qual, ganhou no alto do defensor Mascherano. Nas outras tentativas, quando o arqueiro Pinto não defendia, a bola batia na trave ou então ganhava o caminho da linha de fundo.

Já no Barcelona a situação era completamente diferente, porque não tinha o seu novo treinador no banco de reservas, o argentino Gerardo "Tata" Martino, e também não contava com diversos jogadores que participaram da Copa das Confederações. Alguns deles, como Xavi, Iniesta, Neymar, Pique, Daniel Alves, entre outros. 

Ah, mais o Messi estava em campo. Só que tirando ele e Mascherano, os outros eram todos reservas e assim, é complicado enfrentar o Bayern. O argentino ainda criou uma excelente chance logo nos minutos iniciais, mas estava complicado impor o tradicional estilo do Barça. Ao término do primeiro tempo, Tello ainda arrematou bem contra o gol de Neuer, o arqueiro alemão, ainda evitou um gol contra. 

Para a etapa final, como era um jogo amistoso as alterações eram ilimitadas, e com a exceção do lateral esquerdo do Bayern, o austríaco Alaba, todos os outros jogadores foram substituídos. E acabou que Madzukic marcou o segundo gol bávaro, fechando a conta.

Esse foi o terceiro jogo do Bayern, que vem melhorando e quando estiver no auge da forma física, vai ser o grande time a ser batido, se já não é! Enquanto o Barcelona, fez sua primeira partida na temporada, Tata chega sexta e o time com certeza vai melhorar, e isso, é necessário. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A seleção melhorou, mas ainda não está pronta.

Nesse domingo (09), a seleção brasileira voltou a campo para realizar seu último jogo antes da estréia na Copa das Confederações, contra o Japão. O adversário da vez foi a França, em Porto Alegre, na Arena do Grêmio. O Brasil ao contrário da partida contra a Inglaterra, no qual começou bem e terminou mal, diante dos franceses iniciou com dificuldades, mas acabou o jogo com tranquilidade e confirmando a vitória por 3-0. A primeira sobre um campeão do mundo desde 2009, de lá para cá, foram nove partidas. Um jejum que estava incomodando. 

Felipão mandou a campo praticamente os mesmos jogadores da última partida, a exceção foi o lateral esquerdo Marcelo, que ganhou a vaga de Filipe Luis. O esquema tático seguiu inalterado, o 4-3-3, com Hulk novamente como titular. Pois bem, no começo de jogo o Brasil teve uma excelente oportunidade com Neymar aproveitando um vacilo de Lloris, mais o camisa 10 preferiu dar um drible a mas, ao invés de bater em gol.

Isso foi tudo que a seleção produziu no primeiro tempo, porque no demais, foi um time ansioso, perdido e que errou passes frequentemente. A França veio para o duelo, com a ideia de se defender e beliscar algo se pudesse. A situação de Deschamps treinador franceses é complicada, pois também vem enfrentando um processo de renovação, que diante de grandes adversário o time fracassa. Foi assim contra Alemanha, Espanha e Uruguai.

Nos 45 minutos iniciais o planejamento de jogo foi bem executado, porque anulou completamente o setor de criação do Brasil, travando a partida. Ainda, buscava descidas rápidas ao ataque com Valbuena e Cabaye. O centroavante Benzema pouco apareceu, assim como Fred no outro lado, foram ambos expectadores.

Para o segundo tempo, a seleção brasileira voltou errando, porém, os jogadores estavam dispostos a acertar. Dava para notar isso, porque acertavam mais os passes e se apresentavam para o jogo. Pois no 1º tempo, o jogador que tinha a bola, não via uma companheiro se aproximar para tabelar e jogar junto. Então, após uma boa trama de passes, Oscar recebeu na cara de Lloris e mandou a rede. Muito merecido pela vontade que ele estava demonstrando em campo.

A seleção não manteve o entusiasmo de seguir atacando, isso também ocorreu porque os franceses saíram um pouco mais. E novamente a partida estava "fria" sem muita emoção. Oscar e Hulk deram lugar a Fernando e Lucas respectivamente. Alteração que serviu para liberar o Paulinho, mas tirou o "cérebro" do time.

O time demorou um pouco a voltar a controlar a partida e principalmente, a criar bons lances na frente. E aos poucos foram desenvolvendo boas jogadas, e em uma dessas, Marcelo sofreu pênalti. Lucas bateu com firmeza e fez 2-0. A França tentava reagir, bons nomes como Grenier, Gomis, Giroud e Lacezette foram a campo no decorrer da segunda etapa, só que faltava um algo mais aos franceses. Enquanto no Brasil, Hernanes que foi expulso no duelo contra o mesmo adversário em Paris, na era Mano Menezes e nunca mais foi convocado pelo ex-treinador. Deu a volta por cima e fechou a vitória dos canarinhos. Merecido o gol, pela importância que ele tem para o time.

Felipão ainda testou a seleção com três zagueiros, Dante, Thiago Silva e David Luiz. Não deu para analisar muito, pois a entrada de Dante aconteceu na reta final do cotejo.

Melhorou o em relação ao que vinha sendo aproveitado, mas Felipão e Parreira tem muito o que trabalhar para o objetivo final, que é o Hexacampeonato mundial.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Na abertura do Maraca, apenas no primeiro tempo Brasil mostra bom futebol.

A reabertura oficial do Maracanã foi marcada pelo grande clássico futebolístico entre Brasil e Inglaterra. A seleção da CBF teve seu melhor momento no primeiro tempo, aonde teve variações de jogadas, movimentação e uma boa aparição de Neymar e Oscar. No segundo tempo mesmo com os gols, o time não foi bem, e parou de jogar. Resultado de 2-2 acabou sendo justo, pois mesmo se defendo, os ingleses  aproveitaram as oportunidades que tiveram.

Nada melhor do que o carioca voltar ao Maracanã em uma tarde de domingo e principalmente, em um dia ensolarado. O maior objetivo de Felipão e seus comandados, era mostrar um futebol descente para o povo brasileiro, às véspera da Copa das Confederações.

Antes de a bola rolar, já vinha a primeira surpresa de Luiz Felipe Scollari: a entrada de Hulk no time titular. Nada contra o jogador, até acho ele uma boa opção, mas para entrar no segundo tempo. Não entendi, porque a escolha não foi por Lucas, que nitidamente é mais jogador que o paraibano.

A etapa inicial foi aonde o Brasil apresentou o seu melhor futebol, apesar de um grande número de erros de passes. As jogadas coletivas saíram com mais fluides, té porque, Neymar e Oscar estavam se mexendo bastante, e conseguiam envolver o forte sistema defensivo armado por Roy Hodgson. Foram inúmeras oportunidades criadas, exigindo o máximo de Joe Hart.

Já a Inglaterra foi para o jogo, no 4-5-1, com apenas Rooney no ataque. Ele recebia a companhia de Walcott, que tinha a obrigação de puxar os contragolpes do English Team. O jogador do Arsenal por sinal, foi o quem deu o primeiro chute em gol dos ingleses, próximo ao intervalo.

A seleção canarinha teve mais posse de bola e criou a melhores oportunidades, no segundo tempo a esperança era que viesse o gol. Felipão antes da  pelota voltar a rolar, colocou Marcelo e Hernanes em campo, nos lugares de Filipe Luís e Luiz Gustavo. Foram alterações boas, mas não concordavam, com o posicionamento do Paulinho. O corintiano ficou completamente apagado no jogo, pois não tinha a mesma liberdade com que tem no seu clube. Era melhor ter um volante mais fixo, para poder permitir a subida do jogador para ao ataque.

O primeiro gol da seleção não demorou a vir, foi logo aos 12 da segunda etapa. Com Fred mostrando um oportunismo muito grande, após excelente finalização de Hernanes. Felipão novamente errou de forma grosseira, porque não tinha motivo algum para tirar Oscar do jogo. Ele tirou o principal meia da seleção, para por Lucas, que tinha que ir para o jogo, porém, no lugar do Hulk.

A ideia do treinador era trazer Neymar para a zona central do campo, e abrir Lucas de um lado e Hulk do outro. Não deu certo, o Brasil parou de jogar. E pouco mais de dez minutos depois, Chamberlain que havia acabado entrar, empatou a peleja.

O selecionado brasileiro não sabia o que fazer para furar o ferrolho inglês. Talentos como o de Paulinho seguiam sendo desperdiçados. O time trocava passes, sem objetivo algum. Foi então, que Scollari acordou, e tirou Hulk para por Fernando, isso liberou Paulinho para chegar como elemento surpresa na frente. Mas, poucos minutos depois em um contragolpe, Rooney acertou um belo chute virando o placar.

A derrota parecia certa, pois o English Team não se abriria mais. Entretanto, só o talento individual para resolver naquela altura da partida. Lucas conseguiu um bom lance na ponta direita e deu um cruzamento preciso para Paulinho pegar de primeira, selando o empate.

Pelo primeiro tempo demonstrando, a seleção merecia ter vencido. Na segunda etapa, deixou muito a desejar, principalmente pelas mudanças de Felipão. E com mais esse resultado, já são 3 anos e 7 meses sem ganhar de uma seleção do alto-escalão do futebol mundial.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Na estreia de Felipão, futebol da seleção fica abaixo da expectativa.



O confronto entre Inglaterra e Brasil em Wembley, na cidade de Londres, marcou o início da nova trajetória de Luiz Felipe Scolari na seleção brasileira. Como ele mesmo disse, estaria dando prosseguimento ao trabalho que vinha sendo feito e, mediante as últimas atuações sob o comando de Mano, hoje o Brasil ficou bem abaixo da expectativa. A derrota por 2-1 foi o de menos, eu esperava um pouco mais de jogo coletivo. 

Felipão mandou a seleção a campo com Ronaldinho e Neymar abertos pelas pontas e Luis Fabiano bem à frente, como o típico centroavante. No meio de campo estava Oscar responsável pela armação e por ajudar os volantes Paulinho e Ramires na marcação. Que por sinal, foram dominados durante praticamente o primeiro tempo todo. Gerrard era soberano no jogo, assim como Wilshere.

Mesmo sofrendo para bloquear as investidas do English Team, o Brasil teve nos pés de Ronaldinho a oportunidade de abrir o placar em uma cobrança de pênalti. O camisa 10 bateu mal e em seguida Hart praticou uma sensacional defesa. Passaram-se poucos minutos até o gol de Rooney, no qual a Inglaterra entrou como quis no sistema defensivo brasileiro. 

Ainda na etapa inicial, Neymar perdeu uma grande oportunidade após excelente jogada de Oscar. Na volta para os últimos 45 minutos, Felipão tirou Luis Fabiano e Ronaldinho, que foram duas peças nulas no 1º tempo, em seus lugares, entraram Fred e Lucas respectivamente. Em 5 minutos, Fred empatou o jogo e acertou uma bola na trave. Produziu bem mais que os dois atletas citados. 

A atitude da seleção brasileira nos 10 primeiros minutos foi muito boa, porque a marcação estava adiantada e com isso, forçava o erro na saída de bola inglesa. Achei que deveria ter sido mantida assim, porém, quando a Inglaterra entrava no campo de defesa do Brasil, ninguém dava o combate apenas cercavam. Aproveitando essas falhas, Lampard marcou um golaço.

A partida que estava bem melhor na segunda etapa, caiu drasticamente de rendimento com as diversas alterações feitas pelos treinadores. Mas, faltou ao Brasil mais movimentação e jogadas coletivas. Por exemplo, Lucas pouco foi acionado pela ponta direita, o jogador poderia ter sido bem mais útil ao time e Neymar, sumiu de campo. Os dois juntos contando ainda com a participação de Oscar deveriam ter executados mais tabelas, o que pouco aconteceu.

O Brasil tem um embrião de time, porém, Felipão terá muito trabalho para dar ritmo e entrosamento a essa equipe. Gostei muito das atuações de Júlio César, Dante e Fred. No meu ponto de vista, os melhores em campo pela seleção. E você, o que achou?